Blog de Química, Educação, cultura e atualidades do mundo da ciência - divirta-se e aprenda com paródias, jogos e histórias em quardinho. Seja Bem Vindo
quinta-feira, 12 de julho de 2012
sexta-feira, 22 de junho de 2012
MINERAIS EXPLORADOS NA AMAZÔNIA
Na Amazônia, está uma das
maiores reservas mundiais de minerais estratégicos, cujo valor não se
pode ainda dimensionar. Ouro no Pará, no Amazonas, em Roraima e no
Amapá; ferro no Pará (serra dos Carajás), no Amapá, no Amazonas;
sal-gema no Amazonas e no Pará; manganês no Amapá, no Pará e no
Amazonas; bauxita no Pará (Oriximiná, no rio Trombetas e em Tucuruí),
além de calcário, casseterita, gipsita, linhita, cobre, estanho, nióbio,
tântalo, zircônio, criolita (usada como fundente na eletrólise do
alumínio), caulim, diamante, chumbo, níquel. De vários destes minérios, o
Brasil possui as maiores jazidas do mundo, estando, nos demais entre as
maiores reservas.
METAIS EXPLORADOS NO PARÁ
Mineração
Graças ao Estado do Pará, o Brasil figura entre os
maiores produtores de bens minerais do Ocidente. Isso se deve às suas
reservas minerais, de escala internacional.
Os principais minerais encontrados em solo paraense são o ferro, a bauxita, o ouro, o manganês e o caulim, além do grande potencial gemológico, principalmente no sudeste do Estado.
O valor da produção mineral do Pará é o segundo do Brasil. Em 97 foi de US$ 2,1 bilhões, o que representou 20 % do PIB do Estado.
As exportações minerais, com U$ 1,8 bilhão, em 1997, representaram 80 % do total do Pará.
A produção dos minérios atende a dez projetos industriais e cinco áreas de garimpo, com destaque para o Projeto Carajás e os garimpos do Tapajós.
Os principais minerais encontrados em solo paraense são o ferro, a bauxita, o ouro, o manganês e o caulim, além do grande potencial gemológico, principalmente no sudeste do Estado.
O valor da produção mineral do Pará é o segundo do Brasil. Em 97 foi de US$ 2,1 bilhões, o que representou 20 % do PIB do Estado.
As exportações minerais, com U$ 1,8 bilhão, em 1997, representaram 80 % do total do Pará.
A produção dos minérios atende a dez projetos industriais e cinco áreas de garimpo, com destaque para o Projeto Carajás e os garimpos do Tapajós.
PRODUÇÃO DE OURO
ÁREAS GARIMPEIRAS
Tapajós
· garimpos de ouro e gemas
Tucumã-Redenção-Cumaru
· garimpos de ouro e gemas
Gurupi
· garimpos de ouro
Volta Grande do Xingu
· garimpos de ouro
Jari
· garimpos de ouro
PRINCIPAIS PROJETOS MÍNERO-METALÚRGICOS
Projeto Carajás município: Parauapebas
empresa: Companhia Vale do Rio Doce - CVRD
investimentos: US$ 3,4 bilhões
produção: ferro, manganês e ouro
mão-de-obra: 3.000 pessoas
Projeto Trombetas
município: Oriximiná
empresa: Mineração Rio do Norte S/A - MRN
investimentos: US$ 600 milhões
produção: bauxita metalúrgica
mão-de-obra: 990 pessoas
Projeto Almeirim
município: Almeirim
empresa: MSL - Minerais (Grupo Caemi)
investimentos: US$ 55 milhões
produção: bauxita refratária
mão-de-obra: 155 pessoas
Projeto Rio Capim
município: Ipixuna do Pará
empresas: Pará Pigmentos S/A e Rio Capim Caulim S/A
investimentos: US$ 540 milhões
produção: caulim (tipo coating)
mão-de-obra: 270 pessoas
Projeto Capanema
município: Capanema
empresa: Cimentos do Brasil S/A - Cibrasa
investimentos: US$ 100 milhões
produção: calcário para cimento
mão-de-obra: 390 pessoas
Projeto Água Mineral
municípios: Belém e Benevides
empresas: Belém Águas Ltda - Belágua, Santa Felicidade e Indaiá do Brasil Águas Minerais Ltda - Indaiá.
investimentos: US$ 20 milhões
produção: água mineral
mão-de-obra: 300 pessoas
Projeto Albras
município: Barcarena
empresa: Alumínio Brasileiro S/A - Albrás
investimentos: U$$ 1,4 bilhão
produção: alumínio metálico
mão-de-obra: 1600 pessoas
Projeto Silício
município: Breu Branco
empresa: Camargo Corrêa Metais S/A - CCM
investimentos: US$ 120 milhões
produção: silício metálico
mão-de-obra: 350 pessoas
Projeto Alunorte
município: Barcarena
empresa: Alumina do Norte S/A - Alunorte
investimentos: US$ 875 milhões
produção: alumina
mão-de-obra: 600 pessoas
Projeto Ferro Gusa
município: Marabá
empresa: Cia. Siderúrgica do Pará - Cosipar e Siderúrgica de Marabá - Simara
investimentos: US$ 100 milhões
produção: ferro gusa
mão-de-obra: 400 pessoas
segunda-feira, 4 de junho de 2012
GASES TÓXICOS - FOSFOGÊNIO
.
Aqui voce vê uma foto de um soldado que foi "atacado" pelo gás fosfogênio
Acima voce tem a obtenção química do gás. Mas como tudo começou? Em 19 de dezembro de 1915 utilizou-se , pela primeira vez, o gás fosfogênio ou cloreto de carbonila ( COCl2) na mesma cidade onde haviam testado o gás cloro ( cidade de Ypres, na Bélgica) Esse gás foi lançado através de morteiros de Stokes, uma arma capaz de atirar com um projétil carregado de grânulos de pedra pomes impregnados de gás fosfogênio até uma distância de 3 km. As características deste gás, cerca de 18 vezes mais tóxico dque o gás cloro, praticamente incolor e inodoro, tornavam-no muito dificil de detectar , o que era agravado pelo fato de ter uma ação retardada que podia ser sentida pelas vítimas apenas depois de um ou dois dias. Uma vez absorvido pelo organismo hidrolisa-se lentamente nos tecidos, libertando-se ácido clorídrico, que é o verdadeiro agente tóxico para as células. O fosgênio obtém-se por reação do monóxido de carbono e do cloro pela ação da luz. É utilizado em síntese orgânica como agente de clorinação e no fabrico de diversos corantes. O gás fosgênio pode ser fatal se inalado numa dose tão pequena como 4 partes por milhão: basicamente uma baforada. Os sintomas podem ser retardados de 6 a 48 horas, depois da inalação. Não existe antídoto para o envenenamento por fosgênio. Se você sobreviver, os efeitos a longo prazo são bronquite crônica e efisema. Fosgênio é um produto químico industrial importante usado para fazer plásticos e pesticidas. À temperatura ambiente (70 ° F), fosgênio é um gás venenoso. Com refrigeração e pressão, o gás fosgênio pode ser convertido em um líquido de modo que ele pode ser transportado e armazenado. Quando o isocianato líquido é liberado, ele rapidamente se transforma em um gás que permanece junto ao solo( é mais pesado que o ar ) e se espalha rapidamente. O gás fosgênio pode aparecer incolor ou como uma nuvem branca a amarelo pálido. Em baixas concentrações, tem um odor agradável de feno recém-cortado ou milho verde, mas o seu odor não pode ser observado por todas as pessoas expostas. Em altas concentrações, o odor pode ser forte e desagradável. Fosgênio em si é não facilmente inflamável . Fosgênio é também conhecida pela sua denominação militar, "CG".
Acima voce tem a obtenção química do gás. Mas como tudo começou? Em 19 de dezembro de 1915 utilizou-se , pela primeira vez, o gás fosfogênio ou cloreto de carbonila ( COCl2) na mesma cidade onde haviam testado o gás cloro ( cidade de Ypres, na Bélgica) Esse gás foi lançado através de morteiros de Stokes, uma arma capaz de atirar com um projétil carregado de grânulos de pedra pomes impregnados de gás fosfogênio até uma distância de 3 km. As características deste gás, cerca de 18 vezes mais tóxico dque o gás cloro, praticamente incolor e inodoro, tornavam-no muito dificil de detectar , o que era agravado pelo fato de ter uma ação retardada que podia ser sentida pelas vítimas apenas depois de um ou dois dias. Uma vez absorvido pelo organismo hidrolisa-se lentamente nos tecidos, libertando-se ácido clorídrico, que é o verdadeiro agente tóxico para as células. O fosgênio obtém-se por reação do monóxido de carbono e do cloro pela ação da luz. É utilizado em síntese orgânica como agente de clorinação e no fabrico de diversos corantes. O gás fosgênio pode ser fatal se inalado numa dose tão pequena como 4 partes por milhão: basicamente uma baforada. Os sintomas podem ser retardados de 6 a 48 horas, depois da inalação. Não existe antídoto para o envenenamento por fosgênio. Se você sobreviver, os efeitos a longo prazo são bronquite crônica e efisema. Fosgênio é um produto químico industrial importante usado para fazer plásticos e pesticidas. À temperatura ambiente (70 ° F), fosgênio é um gás venenoso. Com refrigeração e pressão, o gás fosgênio pode ser convertido em um líquido de modo que ele pode ser transportado e armazenado. Quando o isocianato líquido é liberado, ele rapidamente se transforma em um gás que permanece junto ao solo( é mais pesado que o ar ) e se espalha rapidamente. O gás fosgênio pode aparecer incolor ou como uma nuvem branca a amarelo pálido. Em baixas concentrações, tem um odor agradável de feno recém-cortado ou milho verde, mas o seu odor não pode ser observado por todas as pessoas expostas. Em altas concentrações, o odor pode ser forte e desagradável. Fosgênio em si é não facilmente inflamável . Fosgênio é também conhecida pela sua denominação militar, "CG".
segunda-feira, 7 de maio de 2012
APRENDA DISTRIBUIÇÃO ELETRÔNICA
Este objeto busca mostrar a tabela periódica de maneira simples e interativa para que o aluno possa visualizar todos os elementos pretencentes a Tabela Periódica dos Elementos como também observar a distribuição eletrônica de cada elemento através do diagrama de Linus Pauling. CLIQUE NO ENDEREÇO ABAIXO E ESCOLHA UM ELEMENTO QUIMICO
http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/bitstream/handle/mec/8308/open/file/distribuicaoeletronica.swf
http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/bitstream/handle/mec/8308/open/file/distribuicaoeletronica.swf
O MELHOR DA QUIMICA NA NET
Com o advento da internet, não só o professor mas outros profissionais também tiveram que se adaptar a essa nova tecnologia de informação. Desde seu início até hoje, em todas as áreas do conhecimento, foi produzida uma quantidade enorme de informação, disponibilizada para você através da tela do computador. Nós do NAEQ fizemos uma seleção do que consideramos o "melhor da química na Internet", uma seleção que levou em consideração a inovação, veracidade e utilidade do material disponível para o acesso.
Páginas da Web
Softwares
Emiliano Cheme
Caso você tenha um site na internet que queira indicar, clique aqui! para enviar as informações.
Ó 2003-2004 - Núcleo de Apoio ao Ensino da Química - NAEQ - Todos os Direitos Reservados
Webmaster - Emiliano Chemello
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sábado, 5 de maio de 2012
Sobre a Rio+20
A Conferência das Nações
Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, será realizada de 13 a 22 de
junho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro. A Rio+20 é assim conhecida porque
marca os vinte anos de realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio
Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92) e deverá contribuir para definir a agenda do
desenvolvimento sustentável para as próximas décadas.
A proposta brasileira de sediar a Rio+20 foi aprovada pela Assembléia-Geral
das Nações Unidas, em sua 64ª Sessão, em 2009.
Além das “PrepComs”, diversos países têm realizado “encontros informais” para ampliar as oportunidades de discussão dos temas da Rio+20.
O processo preparatório é conduzido pelo Subsecretário-Geral da ONU para Assuntos Econômicos e Sociais e Secretário-Geral da Conferência, Embaixador Sha Zukang, da China. O Secretariado da Conferência conta ainda com dois Coordenadores-Executivos, a Senhora Elizabeth Thompson, ex-Ministra de Energia e Meio Ambiente de Barbados, e o Senhor Brice Lalonde, ex-Ministro do Meio Ambiente da França. Os preparativos são complementados pela Mesa Diretora da Rio+20, que se reúne com regularidade em Nova York e decide sobre questões relativas à organização do evento. Fazem parte da Mesa Diretora representantes dos cinco grupos regionais da ONU, com a co-presidência do Embaixador Kim Sook, da Coréia do Sul, e do Embaixador John Ashe, de Antígua e Barbuda. O Brasil, na qualidade de país-sede da Conferência, também está representado na Mesa Diretora.
Os Estados-membros, representantes da sociedade civil e organizações internacionais tiveram até o dia 1º de novembro para enviar ao Secretariado da Conferência propostas por escrito. A partir dessas contribuições, o Secretariado preparará um texto-base para a Rio+20, chamado “zero draft” (“minuta zero” em inglês), o qual será negociado em reuniões ao longo do primeiro semestre de 2012.
O objetivo da Conferência é a renovação do
compromisso político com o desenvolvimento sustentável, por meio da avaliação do
progresso e das lacunas na implementação das decisões adotadas pelas principais
cúpulas sobre o assunto e do tratamento de temas novos e emergentes.
A Conferência terá dois temas principais:
- A economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza; e
- A estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável.
A Rio+20 será composta por três momentos. Nos
primeiros dias, de 13 a 15 de junho, está prevista a III Reunião do Comitê
Preparatório, no qual se reunirão representantes governamentais para negociações
dos documentos a serem adotados na Conferência. Em seguida, entre 16 e 19 de
junho, serão programados eventos
com a sociedade civil. De 20 a 22 de junho, ocorrerá o Segmento de Alto
Nível da Conferência, para o qual é esperada a presença de diversos Chefes de
Estado e de Governo dos países-membros das Nações Unidas.
Os preparativos para a Conferência
A Resolução 64/236 da Assembleia-Geral das Nações Unidas determinou a realização da Conferência, seu objetivo e seus temas, além de estabelecer a programação das reuniões do Comitê Preparatório (conhecidas como “PrepComs”). O Comitê vem realizando sessões anuais desde 2010, além de “reuniões intersessionais”, importantes para dar encaminhamento às negociações.Além das “PrepComs”, diversos países têm realizado “encontros informais” para ampliar as oportunidades de discussão dos temas da Rio+20.
O processo preparatório é conduzido pelo Subsecretário-Geral da ONU para Assuntos Econômicos e Sociais e Secretário-Geral da Conferência, Embaixador Sha Zukang, da China. O Secretariado da Conferência conta ainda com dois Coordenadores-Executivos, a Senhora Elizabeth Thompson, ex-Ministra de Energia e Meio Ambiente de Barbados, e o Senhor Brice Lalonde, ex-Ministro do Meio Ambiente da França. Os preparativos são complementados pela Mesa Diretora da Rio+20, que se reúne com regularidade em Nova York e decide sobre questões relativas à organização do evento. Fazem parte da Mesa Diretora representantes dos cinco grupos regionais da ONU, com a co-presidência do Embaixador Kim Sook, da Coréia do Sul, e do Embaixador John Ashe, de Antígua e Barbuda. O Brasil, na qualidade de país-sede da Conferência, também está representado na Mesa Diretora.
Os Estados-membros, representantes da sociedade civil e organizações internacionais tiveram até o dia 1º de novembro para enviar ao Secretariado da Conferência propostas por escrito. A partir dessas contribuições, o Secretariado preparará um texto-base para a Rio+20, chamado “zero draft” (“minuta zero” em inglês), o qual será negociado em reuniões ao longo do primeiro semestre de 2012.
FILME: Pu 239
"Uma visão da vida nos escombros do império soviético – aterradora,
apavorante, inquietante, assustadora.
Denso, forte, pesado, o filme consegue de tal forma criar um clima de
horror que chega a dar engulhos, mal estar. E isso assim porque eu vi no
quarto, antes de dormir, praticamente sem som, e cansado. Estava zapeando, o
filme estava para começar, quis ver o lead – e não dava para parar. Do elenco,
eu só conhecia Rhada Mitchell, essa moça de beleza deslumbrante; toda a
apresentação vem no fim, e só então vi que Steve Soderbergh e George Clooney
são produtores executivos.
O filme pega muito pesado no clima de fim de feira da Rússia pós-comunismo,
um país aprendendo, da pior forma possível, a virar capitalista – mais ainda do
que o ótimo O Senhor das Armas. Mostra as gangues, as máfias, o crime
solto, a violência gratuita, o abuso da quase escravidão das belas mulheres à
venda – tudo, na verdade, está à venda, as mulheres, as consciências, os restos
do arsenal bélico soviético, até o plutônio produzido na usina nuclear com
projeto militar secreto.
Esse Paddy Considine, que eu não conhecia, está muito bem no papel
principal, o do engenheiro químico que bem no início da narrativa recebe uma
descomunal dose de radiação na usina, não consegue acordo algum com os patrões
para garantir o futuro da mulher (Rhada) e do filho, e, no desespero, rouba 100
gramas de plutônio (o Pu-239 do título) para vender no mercado negro de Moscou,
onde tudo, absolutamente tudo se vende.
É um filme para rever – apesar de toda a dureza
apavorante que conta e mostra."
PU-239/The Half Life of Thimofey Berezin
De Scott Z. Burns, EUA, 2006.
Com Paddy Considine, Rhada Mitchell, Oscar Isaac,
De Scott Z. Burns, EUA, 2006.
Com Paddy Considine, Rhada Mitchell, Oscar Isaac,
Roteiro Scott Z. Burns
Baseado
no conto de Ken Kalfus
Cor, 97
min
DOCUMENTÁRIO: O Desastre de Chernobyl
Há vinte anos, na madrugada de 26 de abril de 1986, o reator número 4 da usina de energia nuclear Chernobyl explodiu em uma chama de cores que alcançou mil metros de altura no céu da Ucrânia.
O programa O Desastre de Chernobyl documenta uma batalha autêntica contra o tempo, que milhares de soviéticos jamais poderão esquecer. Durante os oito meses posteriores a explosão da central nuclear, 800.000 jovens soldados, mineiros, bombeiros e civis procedentes de todas as regiões da antiga União Soviética trabalharam sem descanso para tentar moderar os efeitos da radioatividade, construir um sarcófago ao redor do reator acidentado e finalmente salvar o mundo de outra provável tragédia. Todos eles estavam sendo guiados pelo temor a uma perigosa e possível reação em cadeia derivada da explosão inicial, cem vezes superior aos efeitos da bomba de Hiroshima.
Registrado como o pior acidente industrial e ambiental da história, a explosão de Chernobyl produziu uma chuva radioativa que pôde ser detectada na antiga União Soviética, Europa Oriental, Escandinávia, Inglaterra e inclusive ao leste dos Estados Unidos. Grandes áreas da Ucrânia, Bielorrússia e a atual Rússia foram altamente contaminadas. Como resultado, 200 mil pessoas tiveram que ser evacuadas de seus lugares de origem. 60% do pó radioativo ficaram concentrados no território da Bielorrússia.
Ficha Técnica:
Gênero Documentário
Titulo Original: The Battle of Chernobyl
Duração: 1 h 37 minutos
Ano de Lançamento: 2006
Produção: Discovery Channel
Onde encontrar o documentário: - Torrent
Plano de aula :
- Revista escola - Entenda o acidente nuclear em Fukushima, no Japão
- Portal do Professor - Radioatividade: benefícios ou malefícios?
- Revista escola - Esclareça os riscos e as vantagens da energia atômica
Trabalhos relacionados:
- Educacional - Chernobyl
- Educação Uol - Tragédia no Japão - Tremor arrasa cidades e provoca crise nuclear
- Veja - Japão vive pior acidente nuclear desde Chernobyl
- Revista Época - As consequências mundiais da crise nuclear no Japão
Outras orientações sobre o tema, veja neste Blog: Síndrome da China
FILME: Síndrome da China
Sinopse:
Durante uma reportagem em uma usina nuclear na Califórnia, Kimberly Wells (Jane Fonda), uma repórter, vê algo muito irregular e Richard Adams (Michael Douglas), seu cinegrafista, filma discretamente o “incidente”. No entanto, devido a pressões, o filme não passa no noticiário. Fica claro que existe um esquema para tentar encobrir o acontecido, pois se o caso viesse à tona a usina seria fechada até uma nova vistoria ser feita, o que significaria um prejuízo de vários milhões de dólares. Kimberly e Richard desejam descobrir a verdade e recebem uma grande ajuda de Jack Godell (Jack Lemmon), um engenheiro da usina, que gradativamente toma consciência da gravidade da situação.
Ficha Técnica:
Titulo Original: The China Syndrome
Gênero: Drama
Ano: 1979
Duração: 122 Min
País: EUA
Director: James Bridges
Onde encontrar o filme: Link direto-Parte 1/3-, -Parte 2/3- e -
Parte 3/3-Durante uma reportagem em uma usina nuclear na Califórnia, Kimberly Wells (Jane Fonda), uma repórter, vê algo muito irregular e Richard Adams (Michael Douglas), seu cinegrafista, filma discretamente o “incidente”. No entanto, devido a pressões, o filme não passa no noticiário. Fica claro que existe um esquema para tentar encobrir o acontecido, pois se o caso viesse à tona a usina seria fechada até uma nova vistoria ser feita, o que significaria um prejuízo de vários milhões de dólares. Kimberly e Richard desejam descobrir a verdade e recebem uma grande ajuda de Jack Godell (Jack Lemmon), um engenheiro da usina, que gradativamente toma consciência da gravidade da situação.
Ficha Técnica:
Titulo Original: The China Syndrome
Gênero: Drama
Ano: 1979
Duração: 122 Min
País: EUA
Director: James Bridges
Onde encontrar o filme: Link direto-Parte 1/3-, -Parte 2/3- e -
Plano de aula:
- Portal do Professor - Como funciona uma usina nuclear?
- Portal do Professor - Vamos inspecionar uma usina nuclear.
-Portal do Professor - O que a Energia Nuclear tem a ver com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)?
- Portal do Professor - Radioatividade e energia nuclear: É possível o uso pacífico? Parte 1
- Portal do Professor - Radioatividade e energia nuclear: É possível o uso pacífico? Parte 2
- Portal do Professor - Cidade do Átomo – Usina Nuclear – Parte 1
- Portal do Professor - Cidade do Átomo – Usina Nuclear – Parte 2
- Revista escola - Afinal, quem precisa de usinas atômicas? A classe responde
- Veja - Chernobyl, uma tragédia radioativa
Trabalhos relacionados:
- G1.globo - Entenda vazamento radioativo em usina atingida por terremoto no Japão
- EcoDebate - Os riscos da energia nuclear, artigo de José Goldemberg
- GREENPEACE - Verdade e perigos da energia nuclear
- Comissão Nacional de Energia Nuclear - Apostila - Energia Nuclear
Césio 137 - O Pesadelo de Goiânia
Sinopse:O Filme passa-se em Goiânia. Conta a história de Vavá e seu amigo (narradores), que juntos descobrem uma peça de chumbo nas ruínas de um antigo hospital. A peça encontrada trata-se de um material radioativo (o Césio 137)
Ficha Técnica:
Direção: Roberto Pires
Ano de Lançamento: 1990
Onde encontrar o filme: Acervonacional.blogspot.com
Plano de aula:
-Revista escola - O perigo pode estar ali na esquina
Trabalhos relacionados:
- O ACIDENTE DE GOIÂNIA
- Acidente Radioativo de Goiânia
- Portal da radiologia: O acidente radioativo com césio 137 em Goiânia
-Comissão Nacional de Energia Nuclear - Radioatividade
-SB Física - Para entender a irradiação e a contaminação radioativa
-
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