quarta-feira, 11 de abril de 2012

Camada de Ozônio – Resumo Efeito Estufa

Camada de Oz%C3%B4nio Camada de Ozônio   Resumo Efeito Estufa 


A camada de ozônio está localizada entre 15-50 km acima da superfície da Terra. Isto bloqueia parte da radiação solar ultravioleta (que causa câncer de pele) de alcançar a superfície da terra. Substâncias destroem a camada de ozônio, resultando chamados buracos de ozônio.
A vida na Terra depende da energia do sol. O calor causado pela radiação infravermelha é absorvida pelos “gases estufa”, tais como vapor d’água, dióxido de carbono, ozônio e metano, o que atrasa a sua saída da atmosfera.
O efeito estufa tem sido amplamente utilizado para descrever o aprisionamento de calor em excesso pela crescente concentração de dióxido de carbono na atmosfera. Sem ele, os cientistas estimam que a temperatura média na Terra seria mais fria em cerca de 30 graus Celsius, uma temperatura muito fria para manter nosso ecossistema.
Enquanto o efeito estufa é uma condição essencial para a vida na Terra, não pode ser considerada boa se acontece em demasia.
Os problemas começam quando as atividades humanas distorcerm e aceleram o processo natural através da criação de mais gases de efeito estufa na atmosfera do que o necessário para aquecer o planeta a uma temperatura ideal.
Entre os efeitos prejudiciais causados pelo homem estão:
- Queima de gás natural, carvão e petróleo, incluindo gasolina para motores de automóveis, aumenta o nível de dióxido de carbono na atmosfera.
- Algumas práticas agrícolas e de uso da terra aumentam os níveis de metano e óxido nitroso.
- Muitas fábricas produzem duradouros gases industriais que não ocorrem naturalmente, mas contribuem significativamente para o efeito de estufa e “aquecimento global” que está atualmente em curso.
- O desmatamento também contribui para o aquecimento global.
- Crescimento populacional é outro fator do aquecimento global, porque quanto mais pessoas usam combustíveis fósseis para o transporte de calor, e fabricação do nível de gases de efeito estufa continuam a aumentar.
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efeito estufa Camada de Ozônio   Resumo Efeito Estufa

efeito estufa 1 Camada de Ozônio   Resumo Efeito Estufa

efeito estufa 2 Camada de Ozônio   Resumo Efeito Estufa


O buraco na camada de ozônio


     A camada de ozônio é uma "capa" desse gás que envolve a Terra e a protege de vários tipos de radiação, sendo que a principal delas, a radiação ultravioleta, é a principal causadora de câncer de pele. No último século, devido ao desenvolvimento industrial, passaram a ser utilizados produtos que emitem clorofluorcarbono (CFC), um gás que ao atingir a camada de ozônio destrói as moléculas que a formam (O3), causando assim a destruição dessa camada da atmosfera. Sem essa camada, a incidência de raios ultravioletas nocivos à Terra fica sensivelmente maior, aumentando as chances de contração de câncer.
     Nas últimas décadas tentou-se evitar ao máximo a utilização do CFC e, mesmo assim, o buraco na camada de ozônio continua aumentando, preocupando cada vez mais a população mundial. As ineficientes tentativas de se diminuir a produção de CFC, devido à dificuldade de se substituir esse gás ,principalmente nos refrigeradores, fez com que o buraco continuasse aumentando, prejudicando cada vez mais a humanidade. Um exemplo do fracasso na tentativa de se eliminar a produção de CFC foi a dos EUA, o maior produtor desse gás em todo planeta. Em 1978 os EUA produziam, em aerossóis, 470 mil toneladas de CFC, aumentando para 235 mil em 1988. Em compensação, a produção de CFC em outros produtos, que era de 350 mil toneladas em 1978, passou para 540 mil em 1988, mostrando a necessidade de se utilizar esse gás em nossa vida quotidiana. É muito difícil encontrar uma solução para o problema. De qualquer forma, temos que evitar ao máximo a utilização desse gás, para que possamos garantir a sobrevivência de nossa espécie.
O BURACO
     A região mais afetada pela destruição da camada de ozônio é a Antártida. Nessa região, principalmente no mês de setembro, quase a metade da concentração de ozônio é misteriosamente sugada da atmosfera. Esse fenômeno deixa à mercê dos raios ultravioletas uma área de 31 milhões de quilômetros quadrados, maior que toda a América do Sul, ou 15% da superfície do planeta. Nas demais áreas do planeta, a diminuição da camada de ozônio também é sensível; de 3 a 7% do ozônio que a compunha já foi destruído pelo homem. Mesmo menores que na Antártida, esses números representam um enorme alerta ao que nos poderá acontecer, se continuarmos a fechar os olhos para esse problema.
O QUE SÃO OS RAIOS ULTRAVIOLETA?
     Raios ultravioletas são ondas semelhantes a ondas luminosas, as quais se encontram exatamente acima do extremo violeta do espectro da luz visível.
     O comprimento de onda dos raios ultravioletas varia de 4,1 x 10-4 até 4,1 x 10-2 mm, sendo que suas ondas mais curtas são as mais prejudiciais.

A REAÇÃO
     As moléculas de clorofluorcarbono, ou Freon, passam intactas pela troposfera, que é a parte da atmosfera que vai da superfície até uma altitude média de 10.000 metros. Em seguida essas moléculas atingem a estratosfera, onde os raios ultravioletas do sol aparecem em maior quantidade. Esses raios quebram as partículas de CFC (ClFC) liberando o átomo de cloro. Este átomo, então, rompe a molécula de ozônio (O3), formando monóxido de cloro (ClO) e oxigênio (O2).
     A reação tem continuidade e logo o átomo de cloro libera o de oxigênio que se liga a um átomo de oxigênio de outra molécula de ozônio, e o átomo de cloro passa a destruir outra molécula de ozônio, criando uma reação em cadeia.
     Por outro lado, existe a reação que beneficia a camada de ozônio: Quando a luz solar atua sobre óxidos de nitrogênio, estes podem reagir liberando os átomos de oxigênio, que se combinam e produzem ozônio. Estes óxidos de nitrogênio são produzidos continuamente pelos veículos automotores, resultado da queima de combustíveis fósseis. Infelizmente, a produção de CFC, mesmo sendo menor que a de óxidos de nitrogênio, consegue, devido à reação em cadeia já explicada, destruir um número bem maior de moléculas de ozônio que as produzidas pelos automóveis.
POR QUE NA ANTÁRTIDA?
     Em todo o mundo as massas de ar circulam, sendo que um poluente lançado no Brasil pode atingir a Europa devido a correntes de convecção. Na Antártida, por sua vez, devido ao rigoroso inverno de seis meses, essa circulação de ar não ocorre e, assim, formam-se círculos de convecção exclusivos daquela área. Os poluentes atraídos durante o verão permanecem na Antártida até a época de subirem para a estratosfera. Ao chegar o verão, os primeiros raios de sol quebram as moléculas de CFC encontradas nessa área, iniciando a reação. Em 1988, foi constatado que na atmosfera da Antártida, a concentração de monóxido de cloro é cem vezes maior que em qualquer outra parte do mundo.
NO BRASIL AINDA HÁ POUCO QUE SE PREOCUPAR
     No Brasil, a camada de ozônio ainda não perdeu 5% do seu tamanho original, de acordo com os instrumentos medidores do INPE (Instituto de Pesquisas Espaciais). O instituto acompanha a movimentação do gás na atmosfera desde 1978 e até hoje não detectou nenhuma variação significante, provavelmente pela pouca produção de CFC no Brasil em comparação com os países de primeiro mundo. No Brasil apenas 5% dos aerosóis utilizam CFC, já que uma mistura de butano e propano é significativamente mais barata, funcionando perfeitamente em substituição ao clorofluorcarbono.
OS MALES
     A principal conseqüência da destruição da camada de ozônio será o grande aumento da incidência de câncer de pele, desde que os raios ultravioletas são mutagênicos. Além disso, existe a hipótese segundo a qual a destruição da camada de ozônio pode causar desequilíbrio no clima, resultando no efeito estufa, o que causaria o descongelamento das geleiras polares e conseqüente inundação de muitos territórios que atualmente se encontram em condições de habitação. De qualquer forma, a maior preocupação dos cientistas é mesmo com o câncer de pele, cuja incidência vem aumentando nos últimos vinte anos. Cada vez mais aconselha-se a evitar o sol nas horas em que esteja muito forte, assim como a utilização de filtros solares, únicas maneiras de se prevenir e de se proteger a pele.

Chuva ácida


Introdução    
A chuva ácida surge com a queima de combustíveis fósseis, como o carvão e o petróleo, que poluem a atmosfera. Essa forma de poluição é tão violenta que muitas árvores e lagos estão morrendo, edifícios e monumentos estão sendo destruídos e, em alguns casos a saúde das pessoas está sendo seriamente prejudicada.    ex1.jpg (6196 bytes)
A chuva ácida é uma das muitas agressões contra o meio ambiente causada pelo modo de vida moderno que desfrutam os habitantes dos países mais industrializados. A tecnologia moderna deixou muitos povos mais ricos, mais saudáveis, com mais conforto do que nunca. Entretanto, todos esses benefícios dependem do nosso meio ambiente, o qual nos oferece tudo de que precisamos - o ar que respiramos, a água que bebemos, o alimento que comemos, a casa em que vivemos e a escola onde aprendemos. Se continuarmos a causar tantos malefícios ao ambiente, ele não será capaz de nos amparar tão bem.
Como o ambiente se torna ácido
 
Quando a água do mar, dos lagos ou do solo se evapora, o vapor não é ácido nem alcalino. É neutro. Entretanto, esse vapor d'água combina-se com gases como dióxido de carbono, encontrado na atmosfera, transformando-se num ácido fraco. A chuva tem um pH entre 5 e 6 ( o pH 7 é neutro). Ela pode dissolver rochas e criar cavernas calcárias espetaculares, desfiladeiros e formações rochosas, num processo que normalmente leva milhares de anos.
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Fenômenos naturais podem aumentar a acidez da chuva. Quando vulcões entram em erupção violenta, lançam muitos gases na atmosfera. Alguns deles se combinam com o vapor d'água e se precipitam sob forma de chuva ácida, entretanto o efeitos das erupções geralmente se faz sentir por pouco tempo.
          Poluição do ar
A maior parte da poluição do ar é produzida como resultado da queima de combustíveis fósseis, como o carvão e o petróleo. Esses combustíveis foram formados durante milhares de anos a partir de plantas e animais mortos. Os depósitos se formavam e eram finalmente cobertos por outras rochas e comprimidos.
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Eles permaneceram praticamente intactos até a metade do século XIX. Desde, então, são usados em quantidades cada vez maiores para mover veículos, aquecer edifícios nos países frios e fundir metais como o ferro. Quando o combustível é queimado, não libera apenas energia, mas muitos produtos químicos, incluindo enxofre e nitrogênio contidos no material orgânico. Essas substâncias são dois dos mais importantes ingredientes na chuva ácida. Enxofre e nitrogênio são subprodutos indesejáveis na queima dos combustíveis, sendo geralmente lançados diretamente na atmosfera onde se acreditava que se dispersavam sem riscos. Hoje sabemos que não é assim, Eles se convertem rapidamente em dióxido de enxofre e óxidos de nitrogênio, os quais podem ser julgados prejudiciais ao meio ambiente.
As quantidades lançadas na atmosfera são espantosas: cerca de 24 milhões de toneladas de dióxido de enxofre por ano na América do Norte e 44 milhões de toneladas na Europa. É o suficiente para encher completamente cerca de 150 superpetroleiros!!! A maior parte do enxofre vem das fábricas e usinas termelétricas. A quantidade de dióxido de nitrogênio produzida é menor, mas mesmo assim chega a 22 milhões de toneladas na América do Norte e 15 milhões de toneladas na Europa Ocidental. A maior parte dos óxidos de nitrogênio provém da emissão dos motores dos veículos. A medida que o tráfego aumenta em até 20% ao ano na Europa, é provável que o problema se agrave, a menos que se tomem providências imediatas.
O que acontece com a poluição do ar?       polui.jpg (7819 bytes)
Uma parte da poluição rapidamente se precipita ao solo, antes de ser absorvida pela umidade do ar. Deposita-se nas árvores, edifícios e lagos, geralmente na área onde foi produzida. É chamada precipitação seca. Estes depósitos se formam e mais tarde se combinam com a água da chuva, transformando-se em ácidos. O resto da poluição pode permanecer no ar por mais de uma semana e é transportada pelo vento a longas distâncias. Durante esse período, as substâncias químicas reagem com o vapor d'água na atmosfera, transformando-se nos ácidos sulfúrico e nítrico diluídos. Estão prontos, então para se transformar em chuva ácida. Esses ácidos também reagem com outras substâncias químicas na atmosfera formando poluentes secundários. Destes, o ozônio é um dos mais perigosos, pois prejudica a vegetação. Quando a precipitação ácida ocorre sob a forma de neve, os problemas para o meio ambiente são retardados, mas podem ser muito piores posteriormente. Durante o inverno, a neve se acumula no solo, retendo seus ácidos. Na primavera, quando a neve derrete, há um súbito fluxo de água que corre pelo chão até os rios e lagos. Eventualmente, ácidos que ficaram retidos por seis meses são liberados em poucas semanas. Estas correntezas ácidas, como são chamadas, são particularmente prejudiciais para plantas e animais
O termo chuva ácida foi usado pela primeira vez por Robert Angus Smith, químico e climatologista inglês. Ele usou a expressão para descrever a precipitação ácida que ocorreu sobre a cidade de Manchester no início da Revolução Industrial. Com o desenvolvimento e avanço industrial, os problemas inerentes às chuvas ácidas tem se tornado casa vez mais sérios.
Os cientistas descobriram que a poluição do ar causada pela combustão de combustíveis fósseis é a maior causa da chuva ácida. Os componentes principais da poluição do ar que provocam a chuva ácida são o dióxido de enxofre (SO2) e os óxidos nítricos. A chuva ácida forma-se normalmente à elevadas altitudes nas nuvens, onde o dióxido de enxofre e os óxidos nítricos reagem com a água, oxigênio e oxidantes. Esta mistura forma uma solução de ácido nítrico e sulfúrico. A luz solar aumenta a frequência destas reações. A água da chuva, a neve, o nevoeiro e outras formas de precipitação, contem as soluções de ácido nítrico e sulfúrico que caem na terra sob a forma de chuva ácida. Porém, a chuva ácida não é a causa de toda a acidez que cai na terra. Cerca de metade da acidez na atmosfera cai para a terra sob forma de gases e partículas secas. O vento transporta estas partículas ácidas e gases para os edifícios, carros, lares e árvores. Esses gases e partículas são por vezes lavados das árvores e outras superfícies pelas tempestades.
Quando isso acontece, a água proveniente da chuva junta esses ácidos à chuva ácida tornando a combinação ainda mais ácida.

Como se formam as chuvas ácidas?
Inicialmente, é preciso lembrar que a água já é naturalmente ácida. Devido á uma pequena quantidade de dióxido de carbono (CO2) dissolvido na atmosfera, a chuva torna-se ligeiramente ácida, atingindo um pH próximo a 5,6. Ela adquire assim um efeito corrosivo para a maioria do metais, para o calcário e outras substâncias.
Quando não é natural, a chuva ácida é provocada principalmente por fábricas e carros que queimam combustíveis fósseis, como carvão e o petróleo. Desta poluição um pouco se precipita, depositando-se sobre o solo, árvores, monumentos , etc. Outra parte circula na atmosfera e se mistura com o vapor da água. Passa então a existir o risco da chuva ácida.

Efeitos
A chuva ácida é retida pelas nuvens e pode viajar até 500 km por dia, dependendo da direção e força do vento. Devido à sua composição, estas chuvas alteram a composição química do solo, provocam e envenenamento dos cursos de água, fauna e flora, atingindo a cadeia alimentar, sendo ainda responsáveis pela corrosão de metais, rochas e edifícios.

Prejuízos para o homem e para o meio ambiente
- Saúde: a chuva libera metais tóxicos que estavam no solo. Esses metais podem alcançar rios e serem utilizados pelo homem causando sérios problemas de saúde.
- Prédios, casas, arquitetura: a chuva ácida também ajuda a corroer os materiais usados nas construções, destruindo represas, turbinas hidrelétricas etc... Prejuízos para o meio ambiente:
 - Lagos: os lagos podem ser os mais prejudicados com o efeito da chuva ácida, pois podem ficar totalmente acidificados, perdendo toda a sua vida.
- Desmatamentos: a chuva ácida faz clareiras, matando duas ou três árvores. Isso pode destruir uma floresta.
- Agricultura: a chuva afeta plantações quase do mesmo jeito que das florestas, só que é destruida mais rápido já que as plantas são do mesmo tamanho, tendo assim mais áreas atingidas.

Chuvas ácidas no Brasil
A chuva ácida pode ocorrer nas áreas sob influência da poluição produzida pelas indústrias de Cubatão, próximo à Serra do Mar. Nesta região ocorre um fenômeno muito grave, a morte na floresta Atlântica que recobre a serre. As árvores de maios porte morrem devido à poluição. Os poluentes geram as chuvas ácidas, que causam a queda das folhas em algumas árvores. A morte das árvores e o apodrecimento das raízes é prejudicial ao ambiente da serra, pois pode causar em vários pontos verdadeiras avalanches de lama e pedras. Caso esse processo se torne frequente, poderá causar entupimento de rios (assoreamento) e inundações.

Chuvas ácidas no mundo

Pode parecer que não, mas milhares de pessoas preocupam-se com o meio ambiente. Os dois países com maior interesse em acabar com a chuva ácida são Grã- Bretanha e a Alemanha. A Alemanha mudou sua política repentinamente para garantir pouca poluição; já a Grã-Bretanha, que tem menos problemas, ainda quer um pouco mais de provasantes de atuar. Um outro país, os Estados Unidos, acredita que sejam necessários mais pesquisas e debates antes de uma ação prática. Segundo o Fundo Mundial para a Natureza, cerca de 35% dos ecossistemas europeus já estão seriamente alterados e cerca de 50% das florestas da Alemanha e da Holanda estão destruídas pela acidez da chuva. Na costa do Atlântico Norte, a água do mar está entre 10% e 30% mais ácida que nos últimos vinte anos. Nos EUA, onde as usinas termoelétricas são responsáveis por quase 65% do dióxido de enxofre lançado na atmosfera, o solo dos Montes Apalaches também está alterado: tem uma acidez dez vezes maiores que os solos vizinhos, de menor altitude, e cem vezes maior que das regiões onde há esse tipo de poluição.

Como evitar a chuva ácida?

Conservar energia. Hoje em dia o carvão, o petróleo e o gás natural são utilizados para suprir 75 % dos gastos com energia. Nós podemos cortar estes gastos pela metade e ter um alto nível de vida. Eis algumas sugestões para economizar energia:
- Transporte coletivo: diminuindo-se o número de carros e a quantidade de poluentes também diminui.
- Utilização do metrô: por ser elétrico polui menos do que carros.
- Utilizar fontes de energia menos poluentes: energia geotérmica, energia das marés, energia eólica, energia nuclear (embora cause preocupação para as pessoas, em relação à possíveis acidentes e para onde levar o lixo nuclear).
Outras soluções:
- Purificação dos escapamentos dos veículos, utilizar gasolina sem chumbo e adaptar um conversor catalítico.
- Utilizar combustíveis com baixo teor de enxofre.
As chuvas ácidas tem trazido conseqüências muito nefastas para o nosso Planeta. É preciso estar preparado, conhecer e encontrar soluções quer a nível individual quer comunitário e que os governantes tomem decisões políticas urgentes.

CO_{2(g)} + H_2O_{(l)} \longrightarrow H_2CO_{3(aq)}
A ocorrência da chuva ácida pode se dá através de três tipos:
1- EM AMBIENTES NÃO POLUÍDOS
* A chuva é naturalmente ácida e não causa problemas
CO2   +   H2O →   H2CO3
CO2 em solução aquosa ou chuva com presença de H2CO3
2- EM AMBIENTES COM RELÂMPAGOS OU METRÓPOLES COM VEÍCULOS COM MOTOR À EXPLOSÃO
Nessas condições, o nitrogênio reage com o oxigênio, formando os óxidos de nitrogênio (NOx), principalmente o NO2:
N  +   2O2  → 2NO2
Esta reação só ocorre com grande quantidade de energia.
Os óxidos de nitrogênio (NOx) reagem com a água da chuva e dão origem a um tipo de chuva ácida capaz de provocar grande impacto ambiental.
2NO2   +   H2O    →   HNO3   +   HNO2
3- EM AMBIENTES POLUÍDOS COM S PRODUZIDO NA QUEIMA DE COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS
Gasolina e óleo diesel com S como impureza.
S  +  O2   →   SO2
SO2   +   H2O    →    H2SO3
SO2   +    1/2O2   →   SO3
SO3   +   H2O    →    H2SO4
H2SO3 e H2SO4 →  Poluentes
Essas chuvas podem cair em áreas afastadas dos centros urbanos, que não suportam acidez elevada, provocando sérios problemas ao meio ambiente.
                        EFEITOS:
  • Mortandade de peixes (em lagos e rios)
  • Árvores "queimadas" pela ação corrosiva do H2SO4 (florestas)
  • Destruição de monumentos históricos e estruturas metálicas
    CaCO3  +   H2SO4  →  CaSO4  +  H2CO3   (H2O + CO2)
       Mármore                                      Gesso

CICLOS BIOGEOQUÍMICOS:do carbono, do oxigênio, do nitrogênio e do enxofre.

1. Ciclo do Carbono
A  Química,  no  passado,  distinguia  apenas  os  compostos  orgânicos  dos  inorgânicos. Posteriormente,  comprovou-se  que  era  possível  obter  compostos  orgânicos  a  partir  de compostos inorgânicos e, desta forma, a química orgânica também passou a ser conhecida como  a  química  dos  compostos  derivados  do  carbono.  Assim  como  o  enxofre  e  o nitrogênio,  o  carbono  percorre  um  ciclo  na  natureza.  Este  ciclo  pode  ser  resumido  em  4 etapas básicas que são:
a) o gás carbônico que se encontra na natureza é absorvido ou respirado pelos seres vivos;
b) o dióxido de carbono é liberado pelos seres vivos ao se alimentarem;
c) microorganismos decompõe restos de animais e plantas;
d) compostos de carbono são transformados em dióxido de carbono pelas bactérias.
2. Ciclo do Enxofre
As  proteínas  dependem  basicamente  do  enxofre.  O  enxofre  é  encontrado  no  solo  em combinações de sais de sulfato, sulfetos e minério. Nas proximidades de vulcões, o enxofre
é  encontrado  na  sua  forma  original,  razão  pela  qual  há  muitas  unidades  de  exploração
nestas regiões. O ciclo do enxofre compreende 6 etapas básicas:
a) As plantas absorvem compostos contendo enxofre além dos sulfatos
b)   Na   produção   de   aminoácidos   das   plantas   o   hidrogênio   substitui   o   oxigênio   na composição dos sulfatos;
c) Os seres vivos se alimentam das plantas;
d) microorganismos decompõe os aminoácidos que contêm enxofre nos restos de animais
e plantas, criando sulfito de hidrogênio;
e) o enxofre é extraído do sulfito por bactérias e microorganismos;
f) sulfatos são produzidos pela ação de microorganismos na combinação do enxofre com o oxigênio.
3. Ciclo do Nitrogênio
O nitrogênio é essencial à vida assim como o hidrogênio e o oxigênio. Com participação ativa nas proteínas que formam os tecidos animais o nitrogênio é reciclado constantemente pela natureza. No entanto plantas e animais não podem utilizar o nitrogênio diretamente da atmosfera. Assim o ciclo do nitrogênio pode ser resumido em 6 etapas básicas que são:
a) raízes de plantas capturam o nitrogênio no ar;
b) proteínas então são formadas pelas plantas;
c) animais se alimentam das proteínas formadas;
d) bactérias convertem tecidos mortos em amônia;
e) bactérias criam nitratos são criados pela conversão da amônia;
f) fertilizantes são utilizados pelo homem;
g) plantas absorvem os nitratos contidos nos fertilizantes.
4. Ciclo do Nitrogênio
O nitrogênio é essencial à vida assim como o hidrogênio e o oxigênio. Com participação ativa nas proteínas que formam os tecidos animais o nitrogênio é reciclado constantemente pela natureza. No entanto plantas e animais não podem utilizar o nitrogênio diretamente da atmosfera. Assim o ciclo do nitrogênio pode ser resumido em 6 etapas básicas que são:
a) raízes de plantas capturam o nitrogênio no ar;
b) proteínas então são formadas pelas plantas;
c) animais se alimentam das proteínas formadas;
d) bactérias convertem tecidos mortos em amônia;
e) bactérias criam nitratos são criados pela conversão da amônia;
f) fertilizantes são utilizados pelo homem;
g) plantas absorvem os nitratos contidos nos fertilizantes.
5. Ciclos Bioquímicos
Os principais ciclos bioquímicos que ocorrem na natureza são: ciclo do carbono, ciclo do oxigênio, ciclo do nitrogênio e ciclo do enxofre.

Agrotóxicos: O veneno nosso de cada dia

Agrotóxicos: perigo vivo!


O primeiro veneno, o composto orgânico DDT, foi sintetizado em 1874 por Othomar Zeidler, porém só em 1939 Paul Muller descobriu suas propriedades inseticidas. Pela descoberta e posterior aplicação do DDT no combate a insetos, Muller recebeu o prêmio Nobel de química em 1948. O DDT era então a grande arma para acabar com o inseto propagador da malária, até que descobriu-se que ele &ndash como todos os compostos organoclorados &ndash é cancerígeno, teratogênico e cumulativo no organismo.

No pós-guerra, os vencedores articularam uma expansão dos seus negócios a partir das indústrias que haviam se desenvolvido durante o conflito, e entre elas a indústria química. Na Europa havia fome. Foi então que surgiu a "revolução verde", que visava promover a agricultura, gerando comida para os famintos do mundo.
 
A "revolução verde" chegou ao Brasil em meados da década de 60. Foi implantada através de imposição das indústrias de venenos e do governo brasileiro: o financiamento bancário para a compra de semente só saia se o agricultor comprasse também o adubo e o agrotóxico.
 
Esta política levou a uma grande contaminação ambiental, sem que a fome fosse extinta. Hoje, 1/5 das crianças não ingerem a quantidade suficiente de calorias e proteínas que necessitam. E cerca de 2 bilhões de pessoas &ndash terceira parte de humanidade &ndash sofrem de anemia. A cada ano 30 milhões de pesssoas morrem de fome no mundo e 800 milhões sofrem de subalimentação crônica.
 
Enquanto alguns países, principalmente da Europa, tentam reverter o duro quadro de degradação ambiental e contaminação dos alimentos, no Brasil a situação se agrava a cada ano. Em 1970, fábricas obsoletas foram transferidas para o Brasil, que está entre os 5 maiores consumidores de venenos na agricultura no mundo.
 
Estima-se que no ano passado foram vendidos no país cerca de US$ 2 bilhões de agrotóxicos, aproximadamente 400 mil toneladas.
 
A degradação do meio ambiente tem conseqüências a longo prazo e seus efeitos podem ser irreversíveis. Em escala planetárias, existem mais de 2 trilhões de toneladas de resíduos industriais sólidos e cerca de 350 milhões de toneladas de detritos gerados por ano.
 
A utilização de agrotóxicos está comprometendo toda a humanidade e a vida na Terra. Os trabalhadores que manuseiam os venenos trabalham sem nenhuma proteção, como botas, macacões, máscaras, capacetes, luvas e outros equipamentos. Não existe orientação e falta conhecimento do que fazer com resíduos e embalagens. O governo brasileiro nunca fez valer a lei de agrotóxicos que, entre outros aspectos, proíbem a comercialização de produtos que sejam cancerígenos, mutagênicos e teratogênicos.
 
Atualmente, o controle dos agrotóxicos deve ser feito pelo Ministério da Saúde e a questão ambiental para o Ibama. O governo quer passar tudo para o Ministério da Agricultura.
Os agrotóxicos podem ser divididos em inseticidas e herbicidas. Os inseticidas formam 3 grandes grupos, os organoclorados, os organofosforados e carbamatos e as piretrinas. Os herbicidas têm como grupos mais importantes Paraquat, clorofenoxois e dinitrofenóis.
 
Os organoclorados são os que mais persistem no meio ambiente, chegando a permanecer por até 30 anos. São absorvidos por via oral, respiratória e dérmica, e atingem o sistema nervoso central e periférico. Provocando câncer e por isso foram banidos de vários países.
 
Os organofosforados e carbamatos são inseticidas mais utilizados atualmente a também são absorvidos pelas vias oral, respiratória e dérmica. Seus efeitos são alteração do funcionamento dos músculos cérebro e glândulas.
As piretrinas são inseticidas naturais ou artificiais. São instáveis à luz e por isso não se prestam à agricultura. São usados em ambientes domésticos na forma de spray, espirais ou em tabletes que se dissolvem ao aquecimento. São substâncias alergizantes e desencadeiam crises de asma e bronquites em crianças.
O herbicida Paraquat oferece grande risco. É um herbicida que mata todos os tipos de plantas. A substância determina lesões de Rim e se concentra nos Pulmões, causando fibrose irreversível.
 
Os principais clorofenóis são o 2.4-D e o 2.4.5-T, que são cancerígenos. O agente laranja, usado na Guerra do Vietnã, é uma mistura do 2.4-D e do 2.4.5-T.
Além dos dados acima, alguns pontos merecem ser levantados. Atualmente, 6 a 8 empresas detêm o oligopólio da produção de agrotóxicos no mundo. Em 1981 a Alemanha vendeu 2 fábricas de venenos para o Iraque matar os curdos. O Tamarron matou 16 pessoas em 1 ano na Costa Rica. Milhares de jovens às vezes com menos de 18 anos, quimicamente são castrados pelo DDCT (Bromocloropropano), que foi parado de fabricar nos USA em 1970.
Na U.E. uma pessoa só pode comprar fosforados após um curso de 60 horas e receber carteira de autorização de usar o agrotóxico no município. A maioria das fábricas de agrotóxicos atualmente estão em países do Terceiro mundo. Além disso, agrotóxico não paga ICMS no Brasil.
Intoxicação por agrotóxicos
O Brasil encontra-se entre um dos maiores consumidores de produtos praquicidas (agrotóxicos) do mundo, tanto aqueles de uso agrícola como os domésticos (domissanitários) e os utilizados em Campanha de Saúde.
Dada a falta de controle no uso destas substancias químicas tóxicas e o desconhecimento da população em geral sobre os riscos e perigos à saúde daí decorrentes, estima-se que as taxas de intoxicações humanas no pais sejam altas. Deve-se levar em conta que, segundo a Organização Nacional de Saúde para cada caso notificado de intoxicação ter-se-ia 50 outros não notificados.
Os perigos representados pelos agrotóxicos
O perigo começa no próprio campo, com os agricultores que pulverizam os agrotóxicos nas lavouras. A exposição destes produtos de elevada toxidade sem a devida proteção pode ocasionar invalidez e até morte.
Em seguida, o perigo chega à mesa do consumidor dos grandes e médios centros urbanos. Os vegetais e frutas disponíveis no mercado, de aspecto agradável podem esconder em sua película externa fragmentos de agrotóxicos utilizados na lavoura.
O consumo de alimentos cultivados com adubos orgânicos, sementes resistentes e que utilizem um controle biológico de pragas seria o ideal. Entretanto, este tipo de agricultura não é incentivado pelo governo, o que encarece e dificulta a comercialização dos produtos.
Os metais pesados atuam como agrotóxicos quando lançados nos rios e oceanos; acumulando na cadeia alimentar, chegam pelas descargas dos rios contaminados. As principais fontes são as industriais, os garimpos e as lavouras, que aplicam cobre e zinco no combate aos fungos.
Os efeitos da contaminação dependem não só da dose, como também do tipo de poluente. O chumbo altera a síntese de hemoglobina, provocando anemia, insuficiência renal, problemas no sistema nervoso, cólicas intestinais e convulsões.
Outro sistema de contaminação ocorre por ar contaminado, onde poluentes podem acarretar em debilidade mental, tontura e enfraquecimento de pernas.
 
Bibliografia
c  por   LEANDRO    2007

sábado, 7 de abril de 2012

Download – Enem 2011- CD do Professor – Provas + Leituras + Extras


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curso Download   Enem 2011  CD do Professor – Provas + Leituras + Extras
Sinopse: CD do Professor da Escola YesBras de Braço do Norte – SC!
Provas
Todas as provas comentadas, de todos os Enem, desde o ínicio gabaritos simulados.
Leituras
Biologia (158 livros)
Fisica (59 livros)
Geografia (111 livros)
Gramática (24 livros)
História (170 livros)
Literatura (8 livros)
Matemática (50 livros)
Obras Literárias ( ou – 100 livros)
Química (76 livros)
Resumos Literários(309 livros)
Extras
Como Planejar e Organizar o estudo
Como tirar apontamentos nas aulas
Dicas de Estudo
Enem Matriz (MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA)
Orientação para o Estudo
Raciocinio lógico – Hanoi
Tabela Periódica (Flash)
Teste Vocacional
Nome do livro: Enem 2011
Nome do Autor: Vários
Gênero: Tutorial
Ano de Lançamento: 2011
Editora: Várias
Nº de páginas: Várias
Tamanho: 172 Mb
Formato: Rar
Idioma: Português
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