segunda-feira, 19 de março de 2012

EVOLUÇÃO DO MODELO ATÔMICO



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A preocupação com a constituição da matéria surgiu por volta do século V a.C., na Grécia.
O filósofo grego Empédocres,  estabeleceu a “Teoria dos Quatro Elementos Imutáveis” onde acreditava que toda matéria era constituída por quatro elementos: água, terra, fogo e ar, que eram representados pelos seguintes símbolos:
Esses 4 elementos básicos eram aliados às quatro qualidades: quente, frio, seco e úmido:
Tudo na natureza seria formado pela combinação desses quatro elementos, em diferentes proporções.
Leucipo de Mileto (aprox. 500 a.C) nos deu a primeira noção de átomo, partindo da própria semântica da palavra: ÁTOMO vem do grego "A-TOMOS" e significa INDIVISÍVEL. Ele acreditava também que o vácuo não existia somente no mundo em que vivemos, mas muito além, no infinito espaço do cosmos. Achava, ainda, que existia um número infinito de mundos, todos compostos de um número infinito de átomos.
Demócrito de Abdera (aprox. 460 a.C), discípulo de Leucipo, explicou que a matéria era constituída de partículas em pérpetuo movimento e dotadas das seguintes qualidades: indivisibilidade, invisibilidade (pelo seu tamanho extremamente pequeno), solidez, eternidade (por ser perfeita, segundo ele), cercada por espaços vazios (o que explicava o seu movimento e diferentes densidades) e dotada de um infinito número de formas (explicando a diversidade na natureza).
Com isso, os filósofos gregos Leucipo e Demócrito desenvolveram a seguinte idéia filosófica: no universo há duas coisas, os átomos e o vácuo, o mundo é, portanto, composto de montes de matéria em um mar de vazio total. Os átomos são substâncias sólidas, infinitos em número e forma e, a maioria deles, se não todos, muito pequenos para serem vistos. Um átomo não poderia ser cortado ou dividido de qualquer maneira, e é completamente sólido. Todos os átomos estão em perpétuo movimento no vácuo.
Especula-se que o "nascimento" do conceito de átomo não ocorrera na Grécia, como normalmente aprendemos, mas sim, na Índia, com a filosofia Vaiseshika, a qual já falava que a matéria era formada de átomos indestrutíveis. A matéria, para os indianos, seria composta de partículas invisíveis e poderia ser degradada (no final dos tempos), quando os "laços" entre um átomo e o outro iriam se romper. Aí, então, eles se reorganizariam em um novo mundo. Consideravam a idéia de partícula e anti-partícula, as entidades da vida, que formavam ocompleto e todos os tipos de incompleto. Juntos, formariam o conhecimento pleno (yin - yang)
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Em 1808, John Dalton a partir da idéia filosófica de átomo estabelecida por Leucipo e Demócrito, realizou experimentos fundamentados nas Leis Ponderais, propôs uma Teoria Atômica, também conhecido como modelo da bola de bilhar, a qual expressa, de um modo geral, o seguinte:
bullet
O átomo é constituído de partículas esféricas, maciças, indestrutíveis e indivisíveis.
bullet
A combinação de átomos de elementos diferentes, numa proporção de números inteiros, origina substâncias químicas diferentes.
bullet
Numa transformação química, os átomos não são criados nem destruídos: são simplesmente rearranjados, originando novas substâncias químicas.
bullet
Elementos químicos diferentes apresentam átomos com massas, formas e tamanhos diferentes.
bullet
Um conjunto de átomos com as mesmas massas, formas e tamanhos apresenta as mesmas propriedades e constitui umelemento químico.
Na época de Dalton haviam sido isolados apenas 36 elementos químicos e ainda se utilizavam símbolos vindos da alquimia para representar tais elementos. O próprio Dalton foi autor de uma destas simbologias. Veja a ilustração a seguir adaptada de um de seus livros:
Os símbolos de Dalton não eram muito diferentes dos símbolos mais antigos da alquimia, porém traziam uma inovação. Cada átomo possuía um símbolo próprio e a fórmula de um composto era representada pela combinação destes símbolos. Veja os exemplos:
A nomenclatura utilizada por Dalton, que é basicamente a mesma utilizada até hoje, foi introduzida pelo Francês Antoine Lavoisier, em 1787, no livro Methods of Chemical Nomenclature. Antes de ser decapitado, em 1794 na revolução francesa, entre outras coisas, Lavoisier escreveu o livro Reflexions sur le Phlogistique (1783), que terminou com a teoria do flogistico e também escreveu o livro Traité Élémentaire de Chimie, em 1789, que é considerado como o primeiro livro da Químicamoderna.
O uso de símbolos abstratos só terminou por volta de 1813-1814, com Berzelius, que, além de ter isolado o cálcio, bário, estrôncio, silício, titânio e o zircônio, também descobriu o selênio, o tório e o césio. Quando Berzelius decidiu que era hora de mudar as coisas ele realmente mudou. Tendo em vista que os símbolos antigos não eram fáceis de escrever, desfiguravam os livros e não colaboravam em nada para a sua memorização, Berzelius propôs que os símbolos fossem representados por letras, baseadas na letra inicial do nome em Latim de cada substância elementar.
Com algumas alterações, os símbolos dos elementos continuam os mesmos até hoje. Por exemplo, Oxigênio = O, Chumbo = Pb....

Tubos de raios catódicos
Com o aparecimento das ampolas de Crookes (tubos especiais com as quais consegue-se reduzir a pressão interna até 10-9atm) em 1897, J. J. Thomson dedicou-se a pesquisar a natureza dos raios catódicos (feixe que sai do cátodo), concluindo que:
1) Os raios catódicos são corpusculares, pois quando interceptam um molinete de mica, este entra em rotação:
2) Os raios são constituídos de partículas com carga elétrica, pois são desviados por um campo elétrico e magnético e, pelo sentido do desvio, as partículas são negativas sendo denominadas de elétrons:
3) Pela medida do desvio dos raios catódicos sob ação de um campo magnético, ele pode determinar a relação e/m entre a carga do elétron (e) e sua massa (m).
 
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No final do século XIX (1874), Joseph John Thomson, através de experimentos de descargas elétricas em alto vácuo, sugeriu um modelo de átomo em que o átomo fosse maciço, esférico, descontínuo, formado por um fluido com carga elétrica positiva, no qual estariam dispersos os elétrons com carga negativa, que neutralizam totalmente as cargas positivas do fluido. O próprio Thomson associou o seu modelo a um “pudim de passas”.
 
Modelo atômico do pudim de passas

Em 1886, Goldstein obteve os raios canais, que se propagam em sentido oposto ao dos raios catódicos. Experiências posteriores mostram que:
1) Os raios canais são constituídos por partículas positivas denominadas prótons;
2) A massa das partículas constituintes dos raios canais é aproximadamente igual à massa das moléculas do gás residual (gás contido no interior da ampola de Goldstein);
3) Quando o gás residual é o hidrogênio, a massa das partículas dos raios canais é a menor e aproximadamente 1836 vezes maior que a massa do elétron, e a carga dessas partículas é igual à do elétron, com sinal contrário.

Em 1911, Ernest Rutherford, cientista nascido na Nova Zelândia, realizou um experimento, para comprovar o modelo proposto atômico por Thomson, que consistiu em bombardear uma fina folha de ouro (0,0001 cm) com partículas positivas e pesadas, denominadas partículas alfa (α), emitidas por um elemento radioativo chamado polônio.
fig
Durante a realização da experiência, Rutherford observou que:
a)    a maioria das partículas α atravessaram a folha de ouro sem sofrer desvios e sem alterar a superfície da folha de ouro.
b)    algumas partículas α sofreram desvios ao atravessar a folha de ouro.
c)    muito poucas partículas α não atravessaram a folha de ouro e voltaram.

Imagem ampliada da lâmina de ouro sendo atravessada pelos raios alfa

Em função dos resultados obtidos, Rutherford concluiu que:
1- como a maioria das partículas α atravessaram a folha de ouro sem sofrer desvios, pode-se concluir que o átomo é descontínuo, ou seja, predominam grandes espaços vazios denominados eletrosfera onde estariam localizados os elétrons.
2- como algumas partículas α sofreram desvios ao atravessar a folha de ouro, pode-se concluir que o átomo é constituído por uma pequena região maciça, denominada de núcleo, onde estaria concentrada a massa do átomo.
3- como muito poucas partículas α, carregadas positivamente, não atravessaram a folha de ouro, sabendo-se que cargas de mesmo sinal se repelem, pode-se concluir que o núcleo do átomo é positivo.
4- a contagem do número de partículas que atravessam e que sofreram desvio permite fazer uma estimativa de que o raio de átomo de ouro (núcleo + elestrofera) é da ordem de 10 mil a 100 mil vezes maior do que o seu próprio núcleo. Por efeito de comparação, podemos imaginar se o núcleo atômico como sendo uma formiga, o átomo teria a dimensões comparáveis á extensão do maracanã.
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Modelo atômico semelhante ao sistema solar: elétrons em orbitas circulares na eletrosfera
O experimento da folha de ouro, permitiu a criação de um modelo atômico semelhante ao Sistema Solar, onde o átomo seria constituído de duas regiões distintas:
 I)    Um núcleo, pequeno e positivo, que contém praticamente toda a massa do átomo.
II)  Uma região negativa, praticamente sem massa, que envolve o núcleo, apresentando carga negativa, denominadoeletrosfera.

Folha Imagem
ILUSTRAÇÃO DO MODELO ATÔMICO PLANETÁRIO DE RUTHERFORD.

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Em 1900, Max Planck, físico alemão, descobriu que átomos ou moléculas absorviam ou emitiam energia apenas em quantidades discretas, ou seja, em parcelas pequenas e muito bem definidas. Definiu o conceito de QUANTUM como sendo a quantidade de energia que pode ser emitida ou absorvida na forma de radiação eletromagnética. Acabara de conceber a idéia de energia DESCONTíNUA, ou quantizada. Albert Einstein, em 1905, chamou os quanta de Planck de photons (fótons) e estabeleceu, ainda, que energia tem massa.
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NOTA: A importância de se ter uma noção de energia quantizada é utilizada para compreendermos o próximo avanço no estudo do átomo: o Modelo Atômico de Böhr. Lembrar, então, que a energia é descontínua ( idéia depacotinhos de energia ).
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Niels Henrik David Bohr
Niels Henrik David Bohr
Em 1913, Niels Böhr, por meio de pesquisas e análise das teorias da época, como a do efeito Zeeman, do efeito fotoelétrico, das séries espectrais dos elementos químicos e, principalmente, a teoria de Planck, Böhr percebeu que deveria haver alguma relação entre as energias dos elétrons em suas órbitas atômicas e as correspondentes freqüências, conforme sugeria a teoria da radiação de Max Planck.
Por que a luz comum forma o arco-íris ao passar por uma nuvem? Por que certos átomos quando aquecidos, emitem luz de uma só cor, como acontece com as “lâmpadas de sódio” (luz amarela) existentes em nossas estradas?
Böhr propôs a seguinte explicação para estes fenômenos:
“Os elétrons giram ao redor do núcleo em um número limitado de órbitas bem definidas, que são denominadas de órbitas estacionárias, com determinados níveis de energia.
Quando um elétron absorve uma determinada quantidade de energia do exterior (luz, calor ou eletricidade) ele salta para uma órbita (nível) mais energética (estado excitado).
 
Salto do elétron
Ao retornar para a órbita original, o elétron perde energia na forma de ondas eletromagnéticas (luz de cor bem definida).
 
Retorno do elétron
Esses saltos se repetem milhões de vezes por segundo, produzindo assim uma onda eletromagnética, que nada mais é do que uma sucessão de ondas emitidas.

POSTULADOS DE BÖHR

  1. A energia radiada não é emitida ou absorvida de maneira contínua, somente quando um elétron passa de uma órbita estacionária para outra diferente ( salto quântico ).
  2. Os elétrons giram em torno do núcleo em órbitas circulares e bem definidas (fixas) que são as órbitas estacionárias. Mais tarde, seriam as chamadas "camadas eletrônicas" (K,L,M,N,O,P e Q).
  3. O equilíbrio dinâmico dos sistemas nos estados estacionários se dá pelas leis da mecânica clássica, o que não é verificado quando um elétron passa para um diferente estado estacionário.
  4. Ao passar de um estado estacionário para outro, um elétron absorve uma radiação bem definida, que é o quantum, dado pela relação E = h.v , onde v é a freqüência e h é a constante de Planck.
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Simplificando, observamos que:
bulletquando um elétron RECEBE energia, ele salta para uma órbita MAIS EXTERNA. A quantidade de energia absorvida é bem definida ( quantum ) e equivale à diferença energética entre as camadas.
bulletquando um elétron volta para o seu estado estacionário (órbita mais interna), ele LIBERA ou IRRADIA energia sob a forma de raio X, ultravioleta ou luz, que seria o fóton. Essa energia também é muito bem definida ( quantum ).
bulletCuidado com os conceitos de ELÉTRON ESTACIONÁRIO ( girando em sua órbita normal, em seu estado estacionário ) e ELÉTRON ATIVADO ou EXCITADO ( aquele que saltou para um nível mais externo pela absorção de energia ).
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APLICAÇÕES DO MODELO DE BOHR
-Teste da chama
Ficheiro:Flametest--Cu.swn.jpg
Teste da chama com CuSO4: uma das mais importantes propriedades dos elétrons é que suas energias são "quantizadas",ou seja, um elétron ocupa sempre um nível energético bem definido e não um valor qualquer de energia. Se no entanto um elétron for submetido a um fonte de enrgia adequada (calor, luz, etc.), pode sofrer uma mudança de um nível mais baixo para outro de energia mais alto (excitação). O estado excitado é um estado meta-estável (de curtíssima duração) e, portanto, o elétron retorna imediatamente ao seu estado fundamental. A energia ganha durante a excitação é então emitida na forma de radiação visível do espectro eletromagnético que o olho humano é capaz de detectar ou não. Como o elemento emite uma radiação característica, ela pode ser usada como método analítico
-Fogos de artificio
 
FOGOS DE ARTIFÍCIO: Os fogos de artifício modernos empregam perclorato, substâncias orgânicas como amido ou açúcar, produtos do petróleo e pequenas quantidades de metais para dar cor. O funcionamento fundamenta-se na excitação dos elétrons que, ao retornarem a sua órbita original, emitem luz com cores diferentes. Aqui, uma exibição de fogos de artifício na cidade de Nova York.
-Luminosos e lâmpadas (neônio e lâmpadas de vapor de Na ou Hg)
 
LUMINOSOS: A imagem mostra como brilham as luzes de néon na noite de Las Vegas (EUA). As lâmpadas de néon são usadas na arte, na publicidade e até em balizas de aviação. Para fabricá-las, enche-se com gás néon, a baixa pressão, tubos de vidro dos quais todo o ar foi retirado. Ao aplicar eletricidade, uma corrente flui através do gás entre os dois eletrodos fechados dentro do tubo. O néon forma uma banda luminosa entre os dois eletrodos. (Neônio – luz vermelha, Argônio – luz azul, Neônio + gás carbônico – luz violeta).
-Fluorescência e Fosforescência: Luminescência é a emissão de luz causada por certos materiais que absorvem energia e podem emiti-la em forma de luz visível. Se o intervalo entre absorção e emissão é curto (ocorre imediatamente), o processo se denomina fluorescência; quando o intervalo é longo (ocorre em alguns segundos ou algumas horas),fosforescência. As telas das televisões são recobertas por materiais fluorescentes, que brilham ao serem estimulados por um raio catódico. A fotoluminescência se produz quando determinados materiais são irradiados com luz visível ou ultravioleta.
Fluorescência se define como as propriedades das substâncias de adquirirem luminescência ao serem submetidas aos raios ultravioletas, ou seja, quando são iluminadas.
Placas Refletidas por arnobiojr.
O melhor exemplo prático da aplicação da fluorescência é a sinalização de trânsito, você já reparou que nas rodovias existem placas que se iluminam quando os faróis do carro vão de encontro a elas. Este efeito permite visualizarmos o que está escrito nas placas, imagine se não existisse esta propriedade? Como as placas seriam lidas à noite?  Mas quais substâncias são responsáveis por este fenômeno químico? O Tetracianoplatinato de Bário e Sulfeto de Zinco (ZnS). A excitação dos elétrons produz energia capaz de gerar luz.

Os interruptores feitos com material fosforescente são visíveis no escuro graças ao retorno gradual dos elétrons excitados.

relógio radio
Fosforescência é observada quando uma substância possui luminescência própria, por exemplo, os mostradores de relógio
-Raio Laser
O raio laser é um tipo de radiação eletromagnética visível ao olho humano. O laser hoje é muito aplicado como, por exemplo, nas cirurgias médicas, em pesquisas científicas, na holografia, nos leitores de CD e DVD como também no laser pointer utilizado para apresentação de slides. Na indústria o laser de dióxido de carbono tem sido muito utilizado, pois possibilita um processo rápido de corte e solda de materiais
-Bioluminescência: a luz dos vaga-lumes.
O vaga-lume é um inseto coleóptero que possui emissões luminosas devido aos órgãos fosforescentes localizados na parte inferior do abdômen. Essas emissões luminosas são chamadas de bioluminescência e acontecem devido a reações químicas onde a luciferina é oxidada pelo oxigênio nuclear produzindo oxiluciferina que perde energia fazendo com que o inseto emita luz. Na reação química, cerca de 95% aproximadamente da energia produzida transforma-se em luz e somente 5% aproximadamente se transforma em calor. O tecido que emite a luz é ligado na traquéia e no cérebro dando ao inseto total controle sobre sua luz.

ELETROSFERA

As idéias estabelecidas por Böhr contribuíram para estabelecer que no moderno modelo atômico, os elétrons devem se distribuir na eletrosfera do átomo em determinados níveis de energia (n), sendo conhecidos atualmente 7 níveis de energia (n = 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7) ou, ainda, 7 camadas eletrônicas (K, L, M, N, O, P, Q).
Em cada camada ou nível de energia existe um número máximo de elétrons determinado experimentalmente.
A seguir temos os níveis (camadas) e o número máximo de elétrons permitidos para os atuais elementos:


Camada
Nível de energia (n)
Número máximo de elétrons
K
1
2
L
2
8
M
3
18
N
4
32
O
5
32
P
6
18
Q
7
8

James Chadwick
Em 1932, o físico inglês James Chadwick constatou que os núcleos dos átomos, assim como as próprias partículas alfa, continham em sua estrutura, além dos prótons que lhes conferiam carga positiva, outras partículas, de carga elétrica neutra e massa aproximadamente igual à do próton, que evitam a repulsão dos prótons, denominadas de nêutrons. (leia mais sobre a descoberta do nêutron).

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O físico alemão Arnold Johannes Wilhelm Sommerfeld em 1916 apresentou um novo modelo atômico baseado na mecânica quântica, sobre o qual afirmava que os elétrons descreviam órbitas circulas e ELÍPTICAS ao redor do núcleo. Considerou, ainda, que a energia liberada como fóton era pelo fato de as camadas eletrônicas possuírem certas subdivisões, os subníveis energéticos - s, p, d, f. Para ele, uma órbita era circular (s) e as demais, elípticas.
Utilizando a Teoria da Relatividade Restrita, Sommerfeld foi capaz de explicar o desdobramento da série clássica de Balmer relativa ao átomo de Hidrogênio.
A série de Balmer corresponde às transições entre o nível 2 e os níveis 3,4,5...

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O físico austríaco Erwin Schrödinger (1887-1961) foi o primeiro a introduzir o conceito de ORBITAL como sendo uma região de máxima probabilidade de encontrarmos um elétron, baseado nas teorias de Einstein, Planck e De Broglie.
O orbital  s  possui forma esférica ...................
Orbital de forma esférica.
 
e os orbitais  p  possuem forma de halteres. ............
Orbitais em forma de halteres.
O francês Louis de Broglie (1892-1987) foi o primeiro cientista a falar sobre mecânica ondulatória e admitir o comportamento dual do elétron, ora partícula, ora onda, em um movimento contínuo, o que o caracteriza como partícula-onda. Modernamente, aceita-se esse modelo. O elétron apresenta caráter duo por apresentar massa (partícula) e movimento ondulatório na eletrosfera (onda).

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Segundo o Princípio da Incerteza do alemão Heisenberg (1901-1976), não se pode conhecer com precisão absoluta a posição ou o momento (e, portanto, a velocidade) de uma partícula. Isto acontece porque para medir qualquer um desses valores acabamos os alterando, e isto não é uma questão de medição, mas sim de física quântica e da natureza das partículas.
O princípio da incerteza é equacionado através da fórmula:
graphic
No seu nível mais fundamental, o princípio da incerteza é uma conseqüência da dualidade partícula-onda e do princípio de Broglie. Se uma partícula encontra-se em uma região com erro ∆x, então seu comprimento de onda natural deve ser menor que ∆x, o que requer um momento elevado, variando entre -h/Δx e h/Δx. Aí está a incerteza! O raciocínio é análogo para a indeterminação do momento.

princípio de exclusão de Pauli é um princípio da mecânica quântica formulado por Wolfgang Pauli em 1925. Ele afirma que dois férmions idênticos não podem ocupar o mesmo estado quântico simultaneamente. Uma forma mais rigorosa de enunciar este princípio é dizer que a função de onda total de um sistema composto por dois fermions idênticos deve ser anti-simétrica. Para elétrons de um mesmo átomo, ele implica em que dois elétrons não podem ter os mesmos quatro números quânticos. Por exemplo, se os números quânticos nl, e ml são iguais nos dois elétrons, estes deverão necessariamente ter os números msdiferentes, e portanto os dois elétrons têm spins opostos.

SAIBA MAIS SOBRE....
TRITURADORES DE ÁTOMOS

O nome próprio é portentoso: Grande Colisor Elétron-Pósitron. O nome de família não é menos respeitável: superacelerador de partículas. Trata-se do maior instrumento de pesquisa do mundo. Serve para estudar a vida íntima do átomo e a origem do Cosmo.

Cerca de 100 metros abaixo do solo, na periferia da cidade de Genebra, na Suíça, funciona o maior complexo científico já construído no planeta. Na superfície, a paisagem da região de fronteira com a França é de um sossegado cartão-postal de outros tempos: pequenos bosques, pastagens e a cordilheira do Jura, que separa os dois países. Mas, ao tomar num dos oito pontos de acesso construídos no campo o que em circunstâncias normais seria apropriadamente chamado elevador, o visitante mergulha de repente num mundo de vertigem - uma espécie de catedral subterrânea feita de aço e governada por dispositivos eletrônicos. São os controladores do LEP, iniciais em inglês de Grande (Colisor) Elétron-Pósitron, um túnel em formato de anel de 27 quilômetros de circunferência e 7 metros de diâmetro.

Acelerador de partículas.

Trata-se da jóia da coroa de um dos mais renomados estabelecimentos de pesquisa do século, o CERN, sigla que originalmente designava em francês o Centro Europeu de Investigações Nucleares, depois rebatizado Laboratório Europeu de Física de Partículas, exemplo de bem-sucedida colaboração internacional em ciência. Inaugurado há apenas quatro meses, o LEP nasceu para ajudar a conhecer mais de perto algumas das frações ínfimas de matéria do Universo. É um paradoxo: para devassar essas partículas que não medem mais de 1 bilionésimo de milésimo de milímetro, os físicos europeus tiveram de construir uma estrutura gigantesca.
A instalação pode ser comparada a um autódromo, por onde os elétrons, componentes dos átomos com carga elétrica negativa, se precipitam em desvairada corrida. Em sentido contrário precipitam-se as antipartículas pósitrons - elétrons com carga positiva. Nesse proposital curso de colisão, milhares e milhares de partículas e antipartículas, deslocando-se quase à velocidade da luz, acabam por se aniquilar mutuamente, liberando energia equivalente à fissão de quinhentos núcleos de átomos de urânio. Mas esse é apenas um valor teórico: não se trata ali de experiências atômicas, ao menos no sentido comum da expressão. O que os físicos pretendem com os choques que planejaram é servir-se depois de uma salada de partículas básicas, coisa ainda menor que o elétron e que sua imagem espelhada, o pósitron.
De fato, com a ajuda dos aceleradores se descobriu que tudo o que existe - rigorosamente tudo - é feito apenas de três famílias de partículas elementares indivisíveis: quarks, léptons e bósons. Os quarks fazem os nêutrons e prótons no núcleo dos átomos. Os léptons fazem os elétrons, entre outras coisas. Os bósons formam uma classe especial de partículas mensageiras, responsáveis pelas interações entre as outras famílias.
Essas mensageiras ajudam grupos de quarks e outros de léptons a se combinar com as quatro forças básicas que regem o Universo, criando todos os corpos compostos. Tais forças, como se sabe, são a gravitacional, o eletromagnetismo e as interações forte (responsável pela coesão do núcleo atômico) e fraca (que rege os fenômenos da radioatividade). Desde Einstein, na década de 30, os físicos acreditam que essas forças são manifestações de uma força única que agiu somente nos instantes que se seguiram ao Big Bang, a explosão que teria originado o Universo.

A descoberta do elétron inaugurou a era das partículas elementares. Depois de 100 anos de pesquisa, conhecemos cerca de 10 diferentes partículas elementares e temos um modelo, como Modelo Padrão, que descreve com extraordinária precisão o comportamento dessas partículas.


Famílias das partículas elementares, segundo o chamado Modelo Padrão.

Os quarks são considerados as partículas fundamentais da matéria porque constituem os prótons e os nêutrons, o núcleo do átomo. Mas, fora do núcleo, existe outra família de partículas — a dos léptons

A família dos quarks:
Existem seis. Mas apenas dois, o up e o down, conseguem se manter inteiros na natureza, hoje. Os outros precisam de muito mais energia para sobreviver. Parece esquisito, mas todos eles têm carga elétrica de (- 1/3) ou (+ 2/3)

Up(pra cima)
O menor dos quarks tem um longo tempo de vida. Cada próton possui  dois ups e cada nêutron, um

Charm (charmoso)
Só é criado dentro dos aceleradores e tem um tempo de vida brevíssimo: 10 -13 segundos

Top (topo)
O mais obeso dos quarks equivale a 237 quarks up  e down. Vive apenas 10 -23 segundos

Down (pra baixo)
É o irmão do up e também parte fundamental da matéria. Cada próton tem um down  e cada nêutron, dois

Strange (estranho)
O irmão do charm também não existe mais. Sobrevive muito pouco tempo nos aceleradores

Bottom (fundo)
Pesado demais para sobreviver no Universo de hoje. Nos aceleradores, dura só10 -13segundos


Os léptons são partículas constituintes da eletrosfera que participam na interação eletromagnética e na interação fraca.
A família dos léptons:
O pai-de-todos, o elétron, tem duas versões mais pesadas: o muon e o tau — todos com carga elétrica de (+1) ou (–1). Seus irmãos neutrinos são partículas mais exóticas: não possuem carga elétrica e não se sabe ainda se têm massa

Elétron
Presente em toda matéria comum, é responsável pela eletricidade e pelas reações químicas

Múon
Primo mais pesado do elétron, sobrevive nos aceleradores apenas dois milionésimos  de segundo

Tau
O mais pesado de todos os léptons sobrevive  por um período de tempo curtíssimo

Elétron neutrino
Possivelmente  não tem  nenhuma massa.  A cada segundo, bilhões dessas partículas atravessam  nosso corpo

Múon neutrino
Surge sempre junto com  o múon, só  nos raios cósmicos  ou nos aceleradores  de partículas

Tau neutrino
O irmão  mais magro  do tau ainda não foi descoberto, mas a teoria  garante que  ele existe

Os Bósons são partículas mediadoras entre os quarks e léptons, que transmitem as forças da natureza.

Partículas de matéria que transmitem forças.

A família dos Bósons:

Grávitons: transmitem a força da gravidade.

Glúons: carregam a força forte que mantém os quarks juntos.

Fótons: partículas quânticas de luz, transmitem a força eletromagnética entre os elétrons e o núcleo atômico.

Bósons vetores: transmitem força entre os nêutrons e prótons no núcleo atômico.

Podemos concluir que a matéria é constituída por pequenos núcleos, altamente densos onde concentra-se a massa do átomo, carregados positivamente, constituídos de prótons (p) nêutrons (n), cercados por regiões praticamente vazias denominadas de eletrosfera, onde encontram-se os elétrons (e), de carga negativa.
 


Modelo atômico da nuvem eletrônica
Os cientistas abandonaram a idéia de que o elétron descrevia uma trajetória definida em torno do núcleo e passaram a admitir que existem zonas onde há maior probabilidade de encontrar os elétrons, designadas por orbitais.

Visite também..

Átomo moderno e o Diagrama de Linus Pauling



Vimos que os modelos atômicos evoluem . . .
Os gregos Leucipo e Demócrito (400 a.C.), propuseram a idéia de átomo “indivisível”, mas por muito tempo foram esquecidos.


Se quebrarmos uma amostra de matéria em pedaços cada vez menores, chegaremos a um ponto em que não será mais possível dividi-la.

No início e final no do século XIX . . .

MODELO DE DALTON (1803) - BOLA DE BILHAR

MODELO DE THOMSON (1897) - PUDIM DE PASSAS

No início do século XX . . .

Modelo de Rutherford(1911) - Planetário

Modelo de Bohr(1913)

Modelo de Sommerfeld(1916)

Modelo de Bohr
A ELETROSFERA

A energia do elétron, numa camada é sempre a mesma.
Só é permitido ao elétron movimentar-se na camada.
Quanto mais afastada do núcleo, maior a energia da camada.
Cada camada de energia possui uma quantidade máxima de elétrons.

Por que o modelo de Bohr?

Uma carga negativa, colocada em movimento ao redor de uma carga positiva estacionária, adquire movimento espiralado na sua direção acabando por colidir com ela. Essa carga em movimento perde energia, emitindo radiação. Ora, o átomo no seu estado normal não emite radiação. Em 1913, o físico dinamarquês Niels Bohr expôs uma ideia que modificou o modelo planetário do átomo.

AS OBSERVAÇÕES *AS IMAGENS DO ARQUIVO NÃO CARREGARAM AQUI*

Bohr estudou espectros de emissão do gás hidrogênio.
O gás hidrogênio aprisionado numa ampola submetida a alta diferença de potencial emitia luz vermelha. Ao passar por um prisma, essa luz se subdividia em diferentes comprimentos de onda e freqüência, caracterizando um
Espectro luminoso descontínuo.

AS EXPLICAÇÕES
Os elétrons estão movimentando ao redor do núcleo em órbitas de energia FIXA, QUANTIZADA E ESTACIONÁRIA (AS CAMADAS).
Ao receber energia, o elétron salta para uma camada mais externa (mais energética), ficando num estado EXCITADO.
Ao retornar para uma camada menos energética, libera parte da energia absorvida na forma de ondas eletromagnética (LUZ), que pode ser visível, ou não.



Modelo de Sommerfeld
OS SUBNÍVEIS
Para átomos com mais de um elétron, ao se ampliar as raias luminosas, subdivisões apareciam, caracterizando que o elétron, ao retornar para a camada, não voltava exatamente para a camada, mas para bem próximo dela, emitindo ondas eletromagnéticas com energias bem próximas umas das outras.
Os átomos multieletrônicos devem possuir subcamadas ou subníveis de energia, caracterizados por órbitas elípticas, além das circulares,
segundo o modelo de Bohr.



Modelo Atômico atual
- Louis de Broglie


- Heisenberg


- Schrödinger


Modelo atômico atual (orbital, 1924)
Problemas com do Modelo de Bohr

Louis de Broglie: Dualidade da Matéria
Toda e qualquer massa pode se comportar como onda

Heisenberg: Princípio da Incerteza
É impossível determinar ao mesmo tempo a posição e a velocidade do elétron.

Schrödinger: Orbitais
O elétron, como onda, pode ser encontrado ao redor do núcleo em regiões de máxima probabilidade (orbital).

Modelo atômico atual
(modelo de orbitais)

Em cada orbital só há, no máximo, 2 elétrons, representados por meia-seta para cima e meia-seta para baixo (spins). Os elétrons obrigatoriamente têm de possuir spins opostos.


Modelo atômico atual
(principais orbitais)





Modelo atômico atual
(orbitais: subníveis e níveis ou camadas)


Os orbitais se combinam formando os subníveis.

Os subníveis se combinam formando os níveis ou as camadas.

PARA COLOCAR OS SUBNÍVEIS EM ORDEM CRESCENTE DE ENERGIA NAS CAMADAS UTILIZAMOS O DIAGRAMA DE LINUS PAULING

Modelo atômico atual
(Diagrama de Linus Pauling
)






Subníveis de energia e Tabela Periódica




Ainda sobre o átomo moderno . . .
1. O nêutron foi descoberto em 1932 pelo físico inglês Chadwick.

2. Saliente-se que apesar de superado, em várias ocasiões, por sua simplicidade, adotaremos o átomo de Bohr para os estudos de química..

3. Em geral, considera-se o átomo constituído de prótons, elétrons e nêutrons. Sabe-se, porém, que o núcleo atômico é formado por outras subpartículas..

LIVRO - Como Passar em Provas e Concursos


Como passar em provas e concursos, de William Douglas, chega à sua 26ª edição com mais de 175 mil exemplares vendidos. Além de um best-seller da área de concursos, é leitura obrigatória para todos os que almejam ser aprovados em qualquer prova ou concurso público.
William Douglas oferece um manual completo com técnicas e esquemas que transformam o modo como o estudante conduz seu aprendizado. O autor é conhecido como “guru de concursos”, passou em nove deles, sendo cinco em primeiro lugar. Utilizou sua experiência para criar um manual excelente que inspira e ensina.
O objetivo é trazer métodos que levem o estudante a aprender melhor e render mais em provas. As técnicas e esquemas são de fácil aplicação e ajudam qualquer um a organizar grande quantidade de material em pouco tempo, além de otimizar o estudo e assimilar melhor o conteúdo.
Na obra, o autor desenvolve hábitos eficazes para serem aplicados não apenas nos momentos de avaliação, mas também na vida diária. O leitor terá respostas para dúvidas que nunca lhe foram respondidas.
Nesta 26ª edição, o DVD que acompanha o livro está totalmente reformulado, com informações inéditas que ajudarão os concurseiros a vencer. O autor mantém a excelência e a qualidade, revista e com um novo layout. 

Como Passar em Provas e Concursos

Como Passar em Provas e Concursos


Todo projeto, para ser bem sucedido, precisa de uma estratégia planejada. Isso serve também para os:
  • Concursos públicos
  • Vestibulares
  • Testes supletivos
  • Testes de seleção de pessoal
Todos não passam de mais "jogos", que precisamos saber jogar.
Entretanto, ler sobre como ser bem sucedido em concursos, não significa que teremos sempre êxito. Isso acontece porque, mesmo advertidos, pecamos em algumas orientações simples:
  • Escolhendo a vaga apenas pelo salário que oferece
  • Não estudando corretamente as matérias (por falta de tempo, achar que "já sabe demais", ou dedicando-se mais às matérias erradas)
  • Lendo superficialmente o edital
  • Não possuindo os requisitos exigidos (estar aquém do grau de exigência intelectual ou física necessárias)
  • Não adquirindo apostilas e livros necessários
Contudo, alguns cuidados são indispensáveis. Muitas pessoas bem preparadas não são bem sucedidas em seleções justamente por não observarem esses pontos.

ESCOLHA

A fase de decidir para qual curso, ou cargo, concorrer é uma das mais importantes nesse tipo de processo. Uma escolha mal feita pode detonar todo o projeto, logo de início. Às vezes, nem é interessante ser candidato, muito mais porque está cada vez mais difícil pagar as taxas de inscrição.

1.     SALÁRIO
A necessidade de salário é bem particular para cada um. A exigência é bem menor para aqueles em início de carreira (que precisam ainda ganhar experiência) ou desempregados, do que para os com muitas obrigações e dependentes. Mas, em geral, precisamos analisar qual a remuneração mínima que podemos aceitar (incluindo o salário indireto - benefícios, comissões e gratificações).
Muitas pessoas ainda utilizam o antigo critério de só se candidatarem a vagas que garantam uma remuneração, no mínimo, 50% superior a que já possuem, quando na realidade a crise econômica mundial não está permitindo mais a escala financeira que muitos sonham ou merecem.
Dependendo da situação, manter o mesmo poder aquisitivo, ou até trocá-lo por uma maior estabilidade, já é lucro. É importante lembrar que, conforme o regime de trabalho, os impostos (imposto de renda na fonte, previdência social e fundo de garantia) podem levar boa parte do salário bruto. Às vezes um salário menor com menos descontos é tão atraente quanto o que se ganha hoje.
Outro fator primordial é o índice de reajuste da categoria, ao qual o salário está associado, para evitar que a maior parte da sua remuneração direta seja engolida pelo tempo.
No geral, concorrer a vagas apenas pelo alto salário oferecido pode levar a sucessivos fracassos em concursos, uma vez que a competição é muito mais acirradas nesses casos

2.     NÚMERO DE VAGAS
Ao contrário do que muita gente pensa, quanto menos vagas existirem para uma categoria, melhor. Isso acontece porque a maioria dos concorrentes prefere disputas "mais fáceis", para cargos com muitas vagas. O resultado é justamente o inverso: Quanto mais vagas, maior a procura

3.     CONCORRÊNCIA
Já o grande número de candidatos à vaga é desestimulante, pois aumenta a probabilidade de existirem concorrentes mais bem preparados. Também é interessante verificar a relação de "Número de vagas X Concorrentes", para analisar proporcionalmente o que significa aquele número de candidatos.
Processos seletivos pouco divulgados e de órgaos pouco conhecidos também tendem a ter baixa concorrência

4.     EXIGÊNCIAS
A tendência é o aumento do nível de exigência para as classificações. Por outro lado, o crescimento da concorrência no mercado de trabalho e a escassez de vagas disponíveis, fazem com que os seletores possam escolher mais rigorosamente entre a mão-de-obra disponível. Noções de Informática e inglês, por exemplo, devem se tornar comum.
Assim, é frustrante tentar um concurso que exige muito além da sua capacidade (como acontece em concursos da área de fiscalização, jurídica, seleções para embaixador e em algumas provas para cursos internacionais).
Para diminuir esse problema, é interessante manter-se atualizado, estudando constantemente, e com bastante antecedência da data das provas.
Esse princípio também vale para os exames que aferem a capacidade prática ou física do candidato. Não adiante entrar numa seleção para a qual você não tem condições de passar nos testes de aptidão no computador ou nos 100m rasos, por exemplo.
O nível de escolaridade exigido determina fortemente o grau da concorrência que se vai ter. Entrar em seleções que exijam apenas o segundo grau, quando já se ganhou toda a experiência de um curso universitário pode fazer a diferença do candidato

5.     BENEFÍCIOS
Os benefícios de uma função agregam valor real ao salário. Em muitos casos, superando até o próprio salário base. Para tal, deve-se somar o valor dos tickets alimentação, parcela do plano de saúde paga pela empresa, cesta básica, ajuda de custo, ajuda de transporte, gratificações e adicionais.
Mas, atenção: é importante saber se os benefícios serão incorporados à remuneração em caso de licenças e aposentadoria. Caso contrário, o salário, quando inativo, não justificará todos os anos dedicados àquele trabalho. O salário indireto também pode ser perdido a qualquer momento.
A forma de aposentaria é um forte diferencial. Quando a empresa oferece complemento ou equiparação salarial do aposentado em relação ao ativo, é o ideal. Recolher FGTS pode diminuir os rendimentos mensais, mas são uma poupança forçada para necessidades futuras.
A maior ou menor estabilidade (risco de perder o emprego) e a ajuda educacional (em cursos e reciclagens profissionais) devem tamém ser considerados como benefícios

6.     CARGA HORÁRIA
Mesmo que a tendência seja a redução cada vez mais das horas trabalhadas, a carga horária semanal não é um benefício considerável, ainda mais as demais vantagens não forem supridas. Em outras palavras, não devemos ir atrás de trabalhar pouco, em detrimento de outras vantagens

7.     VOLUME DE TRABALHO
Semelhantemente à carga horária, o volume de trabalho só deve ser considerado se excessivo ou estressante. Mas, não tenha medo de trabalhar muito. Geralmente, a melhor remuneração está associada a uma maior responsabilidade

8.     NATUREZA DO CARGO
Cada pessoa possui um perfil e aspirações individuais. Trabalhar ou estudar por muito tempo, em alguma coisa para a qual não se tenha a menor vocação, pode ser martirizante. Portanto, nem só salário e vantagens são importantes no cargo pretendido

9.     OBJETIVO DA EMPRESA
Como faremos parte do mesmo barco, quando ingressarmos na carreira, é interessante pesquisar a solidez da organização e o futuro do próprio produto que ela produz, para evitar tomar a canoa errada

10.   EXIGÊNCIAS DE CURRÍCULO
As exigências de cursos e treinamento que as empresas fazem nem sempre excluem um candidato que não se enquadre 100% nas especificações.
Dependendo do rigor da seleção, das intenções da empresa e até do nível dos outros candidatos, esses critérios podem ser mais ou menos flexíveis.
Ou seja, não ter determinado curso não significa que o candidato está fora da concorrência. Algumas contratações demoram tanto tempo para serem efetuadas que o candidato tem condições de fazer o curso mesmo após ter prestado o concurso


ANÁLISE DO EDITAL

Uma etapa muitas vezes menosprezada pelo concorrente é a análise do edital de Seleção. Ele não só define a taxa de inscrição e datas dos testes, como estabelece todas as regras do jogo. Portanto, é interessante ler com muita atenção o edital, para saber:

1.     PONDERAÇÃO
Qual o peso de cada matéria. A ponderação das notas das provas define quais as matérias que se deve estudar mais.
Podemos até escolher o cargo, ou curso, para o qual concorrer pelo que mais valoriza as matérias onde se é mais forte. Na ponderação, também ficamos sabendo qual a prova que teremos de fazer com maior atenção.
Em algumas seleções, são pontuado o currículo (cursos), experiência na área (tempo de serviço), feitos testes práticos e de resistência física

2.     CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A fórmula pela qual será computada as notas, complementa a noção que se precisa ter sobre o que é mais importante para os avaliadores.
A fórmula geralmente valoriza determinadas matérias, comparando o número de questões acertadas com aquelas incorretas. Sempre, quanto mais se acerta e menos se erra, melhor. O programa do que é exigido em cada matéria deve ser considerado à risca

3.     CRITÉRIOS DE DESEMPATE
No edital, também ficamos conhecendo quais serão os pontos fortes quando atingirmos uma nota igual a de outros candidatos.
Normalmente, os critérios de desempate valorizam as pessoas de maior idade e que obtiveram maior nota nas provas de conhecimentos específicos. Assim, os candidatos de idade avançada podem até levar vantagem.
Os deficientes físicos já saem ganhando nesse item, pois são sempre reservadas vagas exclusivamente para eles

4.     CRITÉRIOS DE DESCLASSIFICAÇÃO
Atenção para os procedimentos que podem desclassificar sumariamente o candidato, como utilizar calculadoras, portar livros na hora da prova e, principalmente, atingir o ponto de corte.





PREPARAÇÃO

A Preparação para o concurso é muitas vezes completamente desconsiderada:

1.     MATERIAL DIDÁTICO
Deve-se reunir os apostilas e livros necessários para cumprir todo o programa exigido.
A falta de investimento nesta fase é fatal. Se você compra exatamente a mesma apostila que a maioria dos concorrentes comprou, não estará aumentando em nada suas chances de passar na frentes deles. Estudar sem o material didático necessário para passar é insuficiente. Dê preferência a livros e boas apostilas especializadas no assunto.
Se possível, conseguir cadernos de exercícios é muito útil. Preferencialmente, contendo provas dos concursos anteriores. Mesmo que os teste mudem de ano para ano, ao menos tem-se uma idéia do formato adotado nas perguntas

2.     CURSOS
Um bom curso preparatório é importante, principalmente para as matérias de conhecimentos específicos ou técnicas, que não sejam dominadas suficientemente.
O curso é mais um recurso para se superar os demais candidatos, servindo também para disciplinar o estudo. Mas, atenção: fazer um curso apenas não garantirá sua vaga - é indispensável estudar

3.     ESTUDO
Por mais que se conheça um assunto, deve-se sempre relembrar o que se sabe. Fazer um concurso sem estudar, é um total desperdício.
Deve-se procurar tempo (até no horário do almoço), para se preparar o melhor possível. Serão alguns meses de sacrifício, mas as recompensas poderão ser para o restante da vida... E, tempo é uma questão de prioridade (interesse) - acabar um namoro por falta de tempo é apenas uma desculpa, quando não gostamos realmente da pessoa. Quem ama, sempre arrumará tempo para a pessoa amada.
Mesmo antes da publicação do edital, pode-se comparar o que estão exigindo os concursos similares, e ir se atualizando naquela matéria. Saber a instituição que elaborará os testes é indispensável. Cada uma possui um "estilo" e grau de exigência próprios, que podem nortear os esforços de estudo.
Mas, é essencial "saber estudar". Um estudo proveitoso é aquele feito:
·         Em um horário específico
·         Com ambiente propício
·         Com todas as necessidades básicas supridas (sono, alimentação, descanso e preocupações)
·         Seguindo o roteiro de: "Entendimento", "Resumo", "Exercícios" e "Fixação" (não adianta entender todo o assunto, sem fazer uma síntese do que se aprendeu, praticando e decorando o que precisa ser decorado).
Sem seguir todos esses passos, o candidato corre o risco de, na hora da prova, se saber a matéria, mas não se lembrar da regra; ou recordar a regra, mas não saber aplicá-la. Fazer o maior número possível de exercícios, preferencialmente resolvendo questões de concursos anteriores é muito importante*Faça os testes cronometrando o tempo, para aprimorar sua rapidez de resolução



DIA DA PROVA

1.     LOCAL
Visite com antecedência o local aonde os teste serão realizados. Muitas pessoas se perdem ou vão para locais errados, atrasando-se ou até não conseguindo realizar a prova. Trace minuciosamente o roteiro que vai seguir de casa até o local de testes, para evitar atropelos

2.     HORÁRIO
Outra questão onde seu nervosismo pode lhe trair é quanto ao horário da prova. Sempre saia com antecedência de casa, para estar cedo no local dos testes.
Os horários de máximo de chegada e de fechamento dos portões devem ser observados. Assim como, a hora de encerramento. Todos constantes no edital.
Como a tendência é exigir muito em pouco espaço de tempo, não se desligue do tempo, mas faça as provas com atenção

3.     ALIMENTAÇÃO
Evite comer demais, ou mal, antes da prova, para não sofrer congestões ou disenterias. Também não faça a prova com fome. Algumas pessoas se precavém levando lanches e água mineral, para evitar imprevistos na hora do teste

4.     MATERIAL
Confira o que é necessário levar para a prova, antes de sair de casa. Tanto os documentos e canetas, exigidos no edital, como os objetos de sua necessidade, como guarda-chuva e relógio (para cronometrar o tempo da prova) - de preferência o mesmo que utilizou para os exercícios
*Caso o edital não permita telefones celulares, bips, etc, é importante atentar para não ser desclassificado


NA HORA DA PROVA

1.     TEMPO
Controle o tempo de resolução da prova, de acordo com o tempo total disponível e o grau de dificuldade encontrado nas questões: Resolva primeiramente (dedicando mais tempo) a prova com mais peso para a pontuação final. Em cada prova, deixe as questões mais difíceis para o final.
Não se esqueça de considerar o tempo para, ao final, fazer a revisão geral das respostas, preenchimento da folha de respostas e revisão desse preenchimento

2.     REVISÃO
Alguns pontos podem ser "salvos" na última hora, justamente na revisão, ao final da resolução de todas as questões. Confrontando o que foi solicitado com o sua resposta, para evitar o erro muito comum) de marcar a questão correta, quando o que se pedia era a incorreta

3.     FOLHA DE RESPOSTAS
Também é frustrante preencher incorretamente a folha de respostas ou deixar de passar para ela uma questão que se sabia a resposta correta
A idéia é conseguir uma boa colocação. O período de validade do concurso e a prorrogação desse prazo, o remanejamento de candidatos, o aparecimento de novas vagas, desistências ou desclassificação de concorrentes, com o tempo, serão os fatores de "sorte" que se encarregarão de reclassificar o candidato.


Boa Prova

Assista ao Filme: Ouro Negro - A saga do Petróleo Brasileiro


Trailer de "Ouro Negro", com Danton Mello, Thiago Fragoso, Maria Ribeiro, Luisa Curvo, Chico Dias, Odilon Wagner, Daniel Dantas. Livremente inspirado em fatos e personagens reais, o filme reconstitui vários episódios que culminaram com a abertura do primeiro poço produtivo no país, em Lobato, na Bahia, em 1939. Direção de Isa Albuquerque. Estreia prevista para 4 de dezembro. © Pandora Filme

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

LETRA DAS PARÓDIAS 1º ano

1º grupo:

Música 1: ÁCIDOS E BASES

 Refrão 2x
Ácidos e bases possuem propriedades diferentes
Ácido tem sabor azedo
E base é adstringente

Mas tome muito Cuidado, não prove,  é um perigo
pois muitos desses compostos tem alto poder corrosivo
ácidos na água ionizam liberando o cátion  H+
e reagem  com as bases produzindo vários sais

Refrão 2x
Ácidos e bases possuem propriedades diferentes
Ácido tem sabor azedo
E base é adstringente

Ácido e base produzem sal mais água
Reação que é conhecida neutralização
Bases dissociam na água liberando OH-
Que reage com ácido disso nós sabemos

Refrão 2x
Ácidos e bases possuem propriedades diferentes
Ácido tem sabor azedo
E base é adstringente

Bases são compostos iônicos
Ácidos são covalentes
Confirmando desse modo o quanto são diferentes
Todos compostos porém sempre conduzirão
A tal da corrente elétrica  se estiverem em solução

Refrão 2x
Ácidos e bases possuem propriedades diferentes
Ácido tem sabor azedo
E base é adstringente
Bases são compostos iônicos



MUSICA:CANÇÃO DE NATAL
PARÓDIA: FORMULAÇÃO DO COMPOSTO IONICO
2:20

2x Cátion mais
     Anion menos, cátion mais

Na formulação
do composto iônico
Primeiro o cátion
Depois o anion
Da nomenclatura
que coisa mais dura
há inversão na formulação


2º grupo:

Música 1: RADIOATIVIDADE

Ref:Radioatividade emissão espontânea de núcleos instáveis

A radiaotividade é um fenômeno nuclear
onde átomos grandes e instáveis
três partículas vão liberar

Tem uma chamada alfa ou
também núcleo de hélio
faz descer em quatro a massa
e o Z escorrega dois

Ref:

A tal partícula beta
é um elétron emitido
pelo núcleo radioativo
faz o z subir uma unidade

A gama tem um grande poder de penetração
é onda de alta energia
não tem carga e massa não

Ref:

Juntando dois hidrogênios
temos hélio mais energia
esta é a fusão nuclear
só no sol e na bomba H

A quebra de urânio
gera bário e kriptônio
a fissão gera calor
na usina produz vapor

Ref:

A cinética radioativa
estuda o tempo de meia vida
onde um núcleo em atividade
reduz a massa pela metade


grupo 3

Música: meus dedinhos
Paródia:  elementos do grupo A

Alcalinos, alcalinos onde estão
Aqui estão
Família 1ª e quem são
Eles são
3x Lítio, sódio e potássio
    Rubídio, césio e francio
Os terrosos, os terrosos onde estão
Aqui estão
Família 2A e quem são
Eles são
3X BERÍLIO, MAGNESIO E CÁLCIO
     ESTRONCIO, BÁRIO E RÁDIO
FAMÍLIA DO BORO, FAMÍLIA DO BORO
onde estão
Aqui estão
Família 3A e quem são
Eles são
3X BORO, ALUMINIO E GÁLIO
    INDIO E TÁLIO
FAMÍLIA DO CARBONO, FAMÍLIA DO CARBONO
onde estão
Aqui estão
Família 4A e quem são
Eles são
3X CARBONO, SÍLICIO E GERMANIO
    ESTANHO E CHUMBO
FAMÍLIA DO NITROGENIO, FAMÍLIA DO NITROGENIO
onde estão Aqui estão
Família 5A e quem são
Eles são
3X NITROGENIO, FOSFORO E ARSENIO
      ANTIMONIO E BISMUTO
calcogenios, calcogenios onde estão
Aqui estão
Família 6A e quem são
Eles são
3X OXIGENIO E ENXOFRE
     SELENIO, TELURIO E POLONIO
HALOGENIOS, HALOGENIOS onde estão
Aqui estão
Família 7A e quem são
Eles são
3X FLUOR, CLORO E BROMO
     IODO E ASTATO
GASES NOBRES, GASES NOBRES onde estão
Aqui estão
Família 8A e quem são
Eles são
3X HÉLIO, NEONIO E ARGONIO
      KRIPTONIO, XENONIO E RADONIO


Liga e Ligação


Eu já sei o que é uma liga
Eu já sei o que é uma liga
Eu já sei o que é uma liga
Aprendi as ligações


Um metal e outro metal forma uma liga metálica
Um metal e um não-metal forma a ligação iônica
Não-metal e hidrogênio, não-metal  semi-metal
Taí a covalente

Repete : Eu já sei o que é uma liga

Pegando ouro 24 misturado com o cobre
Tenho então ouro 18 ele é muito bem mais forte
A moeda é níquel e cobre
cobre e estanho é o bronze
aço é ferro e carbono

Repete : Eu já sei o que é uma liga

Liga leve é magnésio
bem juntinho ao alumínio
o latão é amigo zinco
com o cobre bem pertinho
Solda é chumbo e estanho
pilha zinco e manganês
Vamos tentar outra vez

Repete : Eu já sei o que é uma liga




 
 Grupo 4


Ciranda cirandinha
Ligações quimicas

Ciranda cirandinha vamos todos cirandar
E os átomos vão agora os gases nobres imitar
Na ligação iônica metal com ametal
O metal dá elétrons
Quem recebe é o ametal
Cátion e anion anion e cátion
juntinhos vão ficar
e como os gases nobres estáveis vão estar
na ligação covalente ametal com ametal
ninguém dá ninguém recebe
compartilhar é que é legal
e assim compartilhando
juntinhos vão ficar
e comos os gases nobres estáveis vão estar


Oxi-Redução
Reação de Oxi-Redução
Reação de Oxi-Redução
Reação de Oxi-Redução
Reação de Oxi-Redução

Na oxidação o elemento perde elétrons
tem seu Nox aumentado
É agente redutor
Na redução o elemento ganha elétrons
Tem seu Nox reduzido
É agente oxidante

Repete Reação de Oxiredução.......

Na família dos alcalinos
Nox sempre vale 1
Os terrosos vale 2
halogênios menos 1

No silício o Nox é 4
e na prata o nox é 1
o alumínio vale 3
É o zinco é igual a 2

Repete: Reação de Oxiredução.......

Para substância simples
tipo ferro ou alumínio
No produto ou reagente
o valor é sempre zero

Não esquece o oxigênio
Tem o nox menos 2
O hidrogênio é sempre  1
Quando é hidreto  menos 1


     

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

geometria molecular e polaridade das moléculas

Agora em ritmo de pagode:
-Estudando eu tava quieto no meu canto
Aluno concentrado, sou um vestibulando
Eletronegatividade é a referência
Não é questão de bullying, respeito as diferenças
-Com diferença um vetor vai e o outro vem,
mas se eles se anulam o q q tem?
Polaridade do composto não vai existir
-Ou talvez vc prefira geometria
Linear, trigonal plana ou tetraédrica
As outras duas só aparecem quando há repulsão(vou mandando então)
-Ta vendo aquela nuvem no atomo central?
Eu chamo de angular ou então de piramidal
elétron com elétron causando distorção
momento dipolar resultante não é zero não
-Que coisa louca! Eu já sabia!
Me lembro que na aula o Predis me dizia:
“Com liguantes iguai, sobrando é polar
e se não sobra é apolar que alegria”
assista o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=3AwxEeKwpiY&feature=player_embedded

isomeria sertaneja

E pq não em ritmo de sertanejo:
Compostos de igual forma molecular
E diferença apenas na estrutural
É isomeria meu bem é isomeria
Pode ser plana ou até espacial
Não tem problema to com Predis to namoral
Arrasa nem, meu bem arrasa nem
Se for a plana é assim: cadeia ou posiçao
Alguns falam que metameria é uma compensaçao
E quanto muda a funçao vou cheio de alegria
Com presença do enol é claro é tautomeria
Quiral pega a luz e desvia
Para o lado ou para o outro
chamado de ótica um caso espacial
Pega o composto e divide pra finalizar
Do mesmo lado é CIS
Do outro lado é TRANS faz geral zuar Valeu

Equilíbrio Químico - '' Reversível '' ( Pa...


Equilíbrio Químico - '' Reversível '' ( Paródia Cmp 22 - Irreversível )
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Paródia Chuva Acida - Quimica


Paródia Chuva Acida - Quimica
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Paródia Sobre Química- IlariÊ Xuxa


Paródia Sobre Química- IlariÊ Xuxa
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MÚSICAS DE QUÍMICA - Banda Killi - NaC

A música a seguir pouco conhecida, de uma banda de rock chamada Killi, cujo título é: NaCl, escrita por um integrante não identificado que possui formação em Química, como apresentamos a letra a seguir:

NaCl
Todo dia é a mesma coisa,
uma nova teoria, Linus Pauling
ou Arrhenius, pra aumentar
minha agonia.
Elemento que ioniza, é grande
ou baixa a entalpia, construir o
diagrama, pra acabar com
minha alegria.
Química!
Balancear a equação,
equacionar a reação, agitar
a solução, começar a com-
bustão.
Sem contar com a tabela,
eu não consigo decorar, muito
menos entender, eu não vou
mais estudar.
Química!
Sódio, cálcio, hidrogênio,
magnésio, oxigênio, lítio, clo-
ro, tungstênio, alcalino e ha-
logênio.
Dicromato de potássio, NaCl,
sulfato de cálcio, NaCl.
Química!
(Banda Killi, 2002)

LETRA: http://letras.terra.com.br/killi/95391/

VÍDEO YOUTUBE: http://il.youtube.com/watch?v=7UJtLPCTtjU